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Como adequar seu ecommerce à LGPD?

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), entrou em vigor em agosto último e muitos pequenos e médios empresários ainda não se adaptaram às novas normativas. No entanto, é essencial que a lei seja seguida à risca e para evitar problemas jurídicos, os empresários precisam mover forças para entender as principais obrigatoriedades da legislação.

A LGPD foi sancionada em 2018 pelo então presidente Michel Temer (MDB), e previa entre outras coisas, estabelecer normativas regulamentares acerca dos dados pessoais de clientes e usuários, de todo o tipo de empresa, seja ela pública ou privada.

O ecommerce com certeza foi um dos segmentos que mais sentiu o impacto com a validação da lei, já que é um ramo que trabalha diretamente com o armazenamento de dados de seus clientes. Por dados, entendemos aqui todo o processo de cadastro e armazenagem: ponto essencial para um ecommerce funcionar.

Como funciona a LGPD?

Os principais pontos da lei prevê uma mudança quanto a forma de tratar informações pessoais, além de restringir potencialmente o uso dos cadastros; um adendo para dados considerados juridicamente “sensíveis”, como os de orientação sexual, religião, raça, opinião política, entre outras.

Com a LGPD, sempre que um cadastro for feito, deverá haver uma especificação relacionada à utilização da informação. Além disso, o dono das informações, pode a partir da validação e sanção da lei, exigir a proteção de seus dados bem como terá o direito de saber se a empresa possui ou não seus dados cadastros em suas listas.

Principais adequações de sua empresa à LGPD

Cadastros: Em geral, nos e-commerces, o cadastro para a efetivação da compra é obrigatório. Você precisa portanto, deixar os motivos para a efetuação do cadastro; para evitar fraudes, muitas lojas investem em parceiros para proteção de dados. É uma boa saída, além de demonstrar confiança ao cliente.

Lista de “desejos” e carrinho de compra: É uma forma muito importante para entender qual o perfil comportamental do possível cliente, bem como suas formas de compra, além de ter uma utilidade muito grande para o cliente, que consegue utilizar o recurso para salvar os itens que deseja em um momento oportuno. No entanto, com a LGPD é importante tornar a ferramenta clara: quais são os recursos utilizados? Os formulários? É essencial, para a LGPD que o usuário/cliente saiba exatamente a finalidade de tudo.

Pesquisa de informação: Na LGPD, o cliente é rei. Caso ele peça a solicitação sobre a situação de como se encontram seus dados, ele poderá verificar, averiguar e interpretar a situação. Importante salientar aqui que a os e-commerces devem estabelecer parâmetros a partir de protocolos caso haja o caso de que algum cliente verificar os seus dados.
Com essas pequenas mudanças você já fica em dia com alguns quesitos da lei, mas para informações e delineamento mais concreto, contate uma assessoria jurídica

Psicologia dos preços: A ancoragem

A ancoragem de preços é um recurso muito importante e conhecido na chamada “psicologia de preços”

Não é novidade que o preço é sempre um dos principais fatores na hora de comprar. O bolso guia nossas ações, atitudes e também as tomadas de decisão.

No mercado editorial há muita literatura sobre a “psicologia de preços”. O mercado se aproveita desse fator tão determinante na hora de efetivação da compra, e se utiliza de várias estratégias para atrair os consumidores.

Estas estratégias vão desde a novos formatos de embalagem, mudanças no produto e até mesmo a criação de grandes liquidações, queimas de estoque e períodos de promoção.

No livro “Preço – O mito do valor justo e como tirar vantagem disso”, William Poundstone conta um pouco sobre seus anseios e descobertas na psicologia de preços.

Para o autor, a precificação é um fato de persuasão que, embora sutil, por ser subjetivo pode ser totalmente determinante no sucesso ou fracasso das vendas.

O conceito da Ancoragem de Preços

A ancoragem nasceu a partir da percepção de que seria muito mais fácil influenciar um comprador a finalizar a compra a partir da ideia de um preço considerado referencial.

A ideia é manter um produto com preço muito mais alto do que os valores médios dos produtos de sua loja. Raramente alguém vai comprar este produto; isso contribui para a concepção de que este produto simbolize um “teto de gastos”, talvez inalcançável.

Exemplificando: você tem uma loja de semijoias: coloque um colar no valor de R$899,00. A precificação imposta não foi feita para que este produto alcance a venda, mas para que a linha de produtos de uma marca parecida. Sendo assim, ainda que acima da média, o produto ainda vai soar como um “respiro” de preço.

Se seguir esses critérios, você irá aumentar as vendas de opções com valores intermediários.

Tudo só funciona com pesquisa e muita percepção de mercado. Como tudo no marketing: estude. A ancoragem precisa ter e seguir um conceito para atrair os clientes e consumar suas vendas.

5 técnicas para criar um bom SEO

Entenda como arrasar nessa estratégia e rankear bem no Google

Na esteira do assunto que debatemos na semana passada, hoje vamos continuar falando sobre SEO e agora vamos mostrar cinco técnicas que podem ser valiosas para criar um bom rankeamento de seu site nos buscadores, em especial no Google. No momento de estruturar cada pilar é necessário muita atenção pois qualquer erro na estrutura fará com que sua estratégia final falhe

E como lembramos: o prazo para o SEO refletir de maneira definitiva é entre seis meses ou mais; não tenha pressa!

1- Concisão

Apresente seu conteúdo da maneira mais simples possível, pois os buscadores, e em especial o Google irão filtrar os conteúdos a partir daqueles que forem mais eficientes neste quesito. 

2- Chame atenção

O Objetivo é engajar, chamar a atenção do Usuário:

Ao mesmo tempo em que você precisa apresentar o seu conteúdo, você também deve chamar a atenção daqueles que irão ver sua descrição. Aqui, procure utilizar verbos no imperativo: eles chamam atenção e convertem demais!

3 – Apresente uma ideia

Uma maneira de engajar o público é apresentando uma necessidade para o uso de seu produto, isso consequentemente gera demanda e na continuidade: compras!

4- Entenda bem sobre o que está sendo vendido

Saiba como funciona o seu produto, veja os prós e contras, a partir disso todos os passos anteriores serão mais fáceis. Pois ninguém entende melhor sobre o seu negócio como você mesmo. 

5- Evite errar gramaticalmente 

Caso haja qualquer erro, por menor que seja, você perde no critério de qualidade para o rankeamento do seu site e isso pode te prejudicar. Se fizer sentido para você, escreva de forma culta! 

A importância do SEO

Entenda e conheça um pouco dessa estratégia indispensável na hora de se pensar em marketing digital

O Search Engineer Optimization (SEO), em português: otimização dos mecanismos de busca, é um conjunto de ações que visa facilitar o aumento e a popularidade do seu site, blog ou e-commerce. O SEO nasceu para estabelecer relações e padrões de autoridade e popularidade dos conteúdos dos buscadores da web. Foi cunhado pela primeira vez em 1997 e acabou se tornando uma das principais estratégias do marketing digital da atualidade.

Assim como tudo no marketing, o processo precisa de planejamento e os resultados demorar a serem colhidos; no SEO o planejamento precisa ser pensados a médio e longo prazo, portanto se quiser resultado rápido, talvez o SEO não seja o que você procura, já que a otimização demanda tempo de estudo e paciência. 

Você precisa saber quem quer atingir, quais são suas metas e anseios e como você vai conseguir chegar nos seus objetivos. Quando entendidas e usadas de maneira correta, as técnicas previstas podem posicionar o site/blog/loja virtual nas primeiras páginas dos buscadores, aumentando o número de visitas orgânicas. Sabemos que é difícil alguém utilizar o google (ou qualquer buscador) para procurar em qualquer página que não seja a primeira, né? E vem justamente daí a importância de começar a utilizar o SEO.

Algumas das ações que fazem parte de um planejamento estratégico de SEO são: criação, SEO onpage, construção de autoridade popularidade e UX (experiência de usuário), do qual já conversamos aqui no blog.

Os buscadores

A missão do Google em seu princípio era a de organizar informações. Ele nasceu para indexar teses e dissertações acadêmicas em uma espécie de plataforma. Com o tempo, como sabemos, ele se tornou o buscador mais famoso de toda a web, servindo como uma mão amiga para milhões de pessoas no mundo. Mas também sabemos que a grande maioria das pessoas não acessa todas as páginas que o Google indica quando estão a procura de algo de seu interesse.

Segundo especialistas em SEO, há mais de 250 critérios para a classificação e personalização de resultados no Google; eles pensam sobre como o seu site será lido pelo buscador, e é claro que nisso estão contados os resultados ranqueados e os orgânicos.

O SEO vai contribuir na otimização do seu site, contribuindo para que ele seja mais referenciado e consequentemente acabe ocupando melhores posições na página de resultados. Com isso, seu conteúdo se tornará automaticamente mais relevante.

Utilizar palavras-chave é importante? São essas palavras que vão ajudar com o tráfego em um site; então sim. Geralmente elas estão diretamente relacionadas ao texto, produto ou imagem. Os títulos, subtítulos, palavras negritadas também geram destaque em todo o processo de construção textual e aparecem ranqueadas de maneira distinta nos buscadores

O conteúdo no entanto precisa ser bom. O google penaliza tudo que não apresenta autoridade; que aparenta ser cópia (mais ainda o que de fato é).

Importante reiterar que o SEO é diferente para tráfego, branding e vendas e que cada um desses precisam pensar em estratégias específicas. O SEO para tráfego requer conteúdo de qualidade e enquanto para pensar branding precisamos de autoridade, para vendas o que importa é focar no que vai gerar resultados e dados.

E aí, entendeu porque é tão importante começar a pensar SEO?

Como alavancar sua empresa com Growth Hacking

Na tradução para o portugues, a palavra “growth” significa crescimento, e hacking tem relação com o fato de se utilizar métodos já testados  e replicá-los na sua realidade.

Na prática, Growth Hacking é um conjunto de hábitos e práticas que visam alavancar o crescimento de uma organização. Ele consiste principalmente na identificação de possíveis otimizações em todos os processos de uma empresa, que constitui-se pelos setores de Marketing, Vendas, Produto, Operacional e Atendimento ao Cliente

Essas lacunas de otimização são identificadas por meio da análise de dados e métricas (primeiro pilar do Growth). A partir delas levantamos hipóteses (segundo pilar) sobre “como cada métrica poderia ser otimizada”. Para confirmar as hipóteses levantadas tudo é testado (terceiro pilar).

DADOS + HIPÓTESES + TESTES = GROWTH

Utilização de Hacks de Crescimento

Além dos três pilares principais do Growth, ele se caracteriza também pela ideia de se aproveitar de hacks já testados e comprovados. Dessa forma criamos um ponto de partida para o início de toda a análise.

Vale salientar que não podemos nos esquecer de testar tudo, afinal o que é eficiente  para outras empresas pode não ser para a sua. Mas de forma geral, conseguimos aproveitar muitos desses hacks.

Como implantar o Growth na minha empresa?

Você já deve ter percebido que o growth está mais ligado a uma forma de pensar do que a uma regra propriamente dita, por isso a implantação desse conceito dentro da sua empresa deve partir primeiro dos cargos de alto escalão: CEOs, COOs, CMOs, Heads, e todas as demais funções de liderança.

Outro fato importante é que deve-se criar hábitos e processos de registros de dados, afinal precisamos deles para toda a tomada de decisão. Eles são o foco inicial para toda a jornada do crescimento empresarial, afinal, quando trabalhamos com dados e informações precisas, deixamos de lado o nosso “achismo” e passamos a focar na testagem de todas as hipóteses e mudanças que trarão resultados.

7 ações de marketing para arrasar na Black Friday

A Black Friday pode sua grande aliada. Mas é preciso planejamento

Sabemos que a Black Friday é um momento de movimentar! Depositar as fichas no negócio, se arriscar e interpretar a relação entre os produtos e os clientes. E com e-commerce não é diferente. Sabendo disso, a Somma preparou algumas dicas que podem ser muito valiosas para quem tem loja virtual e quer aproveitar esse evento:

1- Chuva de LEADS

A ideia é captar leads através de pop-ups no site ou em páginas específicas, solicitando e-mail e em troca, disparar avisos antecipados sobre as ofertas da BLACK FRIDAY!

Uma pesquisa constatou que, durante a semana da Black Friday de 2013 e 2014, a própria sexta-feira foi considerada o pior dia para enviar e-mails promocionais para os clientes.

Por isso, o prazo ideal do envio desses e-mails é de no máximo 24 horas antes da promoção.

2- Descontos

A ideia é captar leads através de pop-ups no site ou em páginas específicas, solicitando e-mail e em troca, disparar avisos antecipados sobre as ofertas da BLACK FRIDAY!

Uma pesquisa constatou que, durante a semana da Black Friday de 2013 e 2014, a própria sexta-feira foi considerada o pior dia para enviar e-mails promocionais para os clientes.

Por isso, o prazo ideal do envio desses e-mails é de no máximo 24 horas antes da promoção.

3- Tema personalizado

Mudar todo o visual do seu site destacando a Black Friday é algo que com certeza chama muito a atenção, afinal a primeira impressão é sempre a que fica.  

Destacamos entre as principais mudanças a serem feitas, a utilização de banners apresentando as ofertas principais, além de carimbos de “Black Friday” nas próprias imagens da vitrine de produtos.

Certifique-se também de que as ofertas estão posicionadas para captar a atenção dos visitantes no momento em que eles acessarem seu site.

Não menos importante, é garantir a estabilidade do seu site. Já imaginou se o seu cliente o acessa e não consegue completar a compra?

4- Sorteios

Concursos e sorteios também podem incitar entusiasmo e obter fãs e seguidores no clima de compras de final de ano.

Incentive os clientes a compartilhar as promoções para aumentar o tráfego nas redes sociais oferecendo cupons de desconto. Os melhores lugares para colocar essas ofertas são as páginas: inicial, do produto, de checkout e de confirmação do pedido.

5- Explore a Cyber Monday

O conceito da Cyber Monday surgiu em 2005, nos Estados Unidos, para identificar a segunda-feira seguinte ao Dia de Ação de Graças – comemorado nos EUA na última quinta-feira de novembro – e à Black Friday. A data ganhou repercussão por promover grandes promoções no varejo online, com descontos de até 80%.

Enquanto a Black Friday inclui lojistas do mundo físico e virtual, o Cyber Monday é exclusivamente online. Inicialmente, a campanha era voltada ao segmento de eletrônicos, com ofertas para smartphones, notebooks e produtos similares. Porém, ao longo do tempo ela passou a abranger novas categorias, como brinquedos, moda e acessórios.

6- Compre e ganhe

A ideia não é nova, mas você consegue transformá-la em uma promoção criativa. O consumidor pode comprar produtos de alta margem de lucro para o seu e-commerce e levar outro de brinde.

Mas como o objetivo é surpreender pela criatividade, você pode selecionar uma quantidade limitada de ofertas desse tipo e oferecer algo surpresa. Pode ser um produto igual ou com o mesmo valor.

O que vale é conquistar uma parcela dos seus clientes por meio desta ação é despertar a atenção de outros consumidores para que comprem em seu site. No fim das contas, a loja ganha relevância e se torna conhecida entre usuários de todo o país.

7- Recompensas de check out

Quem já foi aos EUA sabe que os norte-americanos realizam excelentes promoções durante o ano todo. É muito comum você entrar em uma loja, comprar algo e sair de lá com o bolso cheio de descontos e brindes.

O fato é que essas recompensas ainda são mal utilizadas em nosso país. Os descontos são baixos, possuem muitas limitações e não estimulam novas compras.

Você pode mudar esse cenário oferecendo recompensas de checkout mais atrativas, como descontos maiores e progressivos ou brindes, para uma quantidade limitada de clientes — o que mais uma vez ajuda a gerar propaganda espontânea para sua loja online.

O que é e como surgiu a Black Friday?

Comemorado no dia seguinte ao famoso Thanksgiving’s Day (Dia de Ação de Graças)  nos Estados Unidos, a Black Friday é um dos eventos mais importantes do país, onde os comerciantes colocam seus produtos em promoções de até 70%.

Os lojistas apresentam estes descontos relevantes aos seus produtos se apegando à ideia de que as pessoas não precisarão passar pelo cansaço de comprar seus produtos em cima da hora, no final do ano. Além disso, é o dia em que se inicia o período de compras natalícias, dando a largada para o período de maior faturamento dos lojistas, ou como muitos lojistas chamam, de “período azul”.

Diferente do que podemos pensar, a Black Friday só foi se tornar uma referência nos EUA, na década de 90 e, embora atualmente, seja considerada o maior dia de compras do ano, ela só atingiu esta marca em 2001.

Com o tempo, lojistas de outras localidades começaram a perceber que a data poderia ser essencial também para seus comércios. Há boatos de que os canadenses, vizinhos ao norte dos americanos, ao perceberem uma fuga de clientes que atravessavam a fronteira entre os dois países para fazer suas compras em terras americanas, também aderiram ao evento, que no entanto, acontece mais de um mês antes da Black Friday usual.

E no Brasil?

No Brasil, a data começou a existir no ano de 2010, a partir de uma empresa especializada em ofertas e descontos e segue a data estipulada pelo comércio estadunidense, a última sexta-feira de Novembro. Este ano o evento acontece no dia 27.

À época, muitas lojas do varejo participaram do evento, entre elAs Magazine Luiza, Dafiti, Saraiva, Submarino entre outras. Em 2014, a data arrecadou mais de 1,2 bilhão de reais e cresceu substancialmente via e-commerce, atingindo no ano de 2017, uma marca de 2,1 bilhões de reais arrecadados. Mesmo com a crise que assolou o país em meados da década passada, os números se mantiveram crescendo. Ano passado (2019), o faturamento foi de 3,2 bilhões de reais. 

Muitos países da América também aderiram a data, como o México, Colômbia, Argentina e Chile. Outras potências econômicas como a Inglaterra e o Japão também passaram a se aventurar pela data. A Índia, segundo país mais populoso do mundo também participa do evento, provando que a data pode fazer muito barulho pelo mundo.

Prepara Black

A Somma Publicidade apoiará um evento imperdível sobre a Black Friday na próxima semana. Entre os dias 19 e 23 de Outubro, acontece o “Prepara Black”, evento focado em ajudar lojistas a venderem mais durante o período da Black Friday. Apoiando-se na ideia de que o planejamento é o princípio de tudo, a Somma se adianta à data e apresenta cinco convidados para falarem sobre o tema: Alfredo Soares (sócio da VTEX), Dyego Joia (sócio da Enviou), Gustavo Valle (Loja Integrada), Caito Maia (sócio fundador da Chilli Beans) e Cristhian Neiverth (Mago do E-commerce).

Todas as lives acontecem no Instagram do CEO da Somma, @erickcust e começam todos os dias às 19hrs. Para não perder mais tempo, que tal você se inscrever aqui: https://sommapublicidade.com.br/preparablack/

Te esperamos lá!

Principais pilares de um e-commerce

Estruturar um e-commerce não é tarefa fácil. Há um longo e, por vezes, difícil caminho que nos separa do início até a concretização do sonhoss. A Somma preparou um texto rápido e prático para entender quais são esses pilares e porquê da importância de cada um

Iniciar na jornada de e-commerce demanda tempo e preparo. E para isso, devemos ter um bom entendimento das dinâmicas que envolvem todo o processo. Assim como para tudo que fazemos na vida, precisamos estar em constante evolução e aprendizado. É preciso entender sua alçada, nada acontece sem percepções prévias e muito, muito estudo! Então faça a lição de casa bem feita, para fazer sempre. Isso com certeza será diferencial e muito importante para um e-commerce dar certo.

Além de sempre buscar conhecer e aprender, é preciso preparo. Sempre. E muito! E com isso subentende-se estar por dentro de tudo que acontece no mundo do e-commerce, buscar todas as ferramentas, cursos disponíveis, se inspirar em pessoas que tem respaldo técnico no que estão dizendo. É mais do que necessário, é essencial!

Os engenheiros ao edificarem uma casa necessitam de vigas e pilares que sustentam a estrutura que será construída. Antes de um médico iniciar um procedimento cirúrgico, ele deve se certificar de que todos os aparatos se encontram disponíveis para que a cirurgia ocorra da melhor forma possível. O mesmo vale para a estratégia de um e-commerce. Um bom planejamento só pode realmente ser bom quando é bem estruturado. Com muita pesquisa e um bom tempo investido, sem espaço para brechas e imprevistos. Afinal, sucesso é convertido em vendas, não é?

Como em tudo que nos propomos a fazer na vida, durante a jornada para se estabelecer em um e-commerce, devemos ter foco. Muito! Não da para desistir na primeira oportunidade. É justamente com os erros que aprendemos a nos estabelecer fielmente naquilo que é nosso objetivo. Aprendemos muito nas derrotas e o sol continua a nascer para todos. Todo dia

E por fim, mas não menos importante, o pontapé inicial. Sim. A hora de tirar os sonhos do papel. Para montar um e-commerce, é preciso estabelecer metas, desejos e vontades. Mas lembre-se, o sonho só vira realidade quando você luta para alcançá-lo.

Como utilizar o conceito de Experiência do Usuário no seu E-commerce

Conceito de UX foi criado no início dos anos 90, mas evoluiu consideravelmente

Embora tenha sido criado há muito tempo, o conceito de Experiência do Usuário, ou UX (User Experience) evoluiu bastante. Você já ouviu falar desse conceito? Sabia que ele pode ser muito útil para o seu e-commerce? Quer saber mais? Vem com a gente e embarque nessa “experiência” incrível.

O que é Experiência do Usuário (UX)?

User experience (UX) ou em português, experiência do usuário, se refere a todo o processo de interação entre o usuário e seu entorno. O termo foi utilizado pela primeira vez em 1990, pelo americano Donald Norman, um professor de ciência da computação.

Para Norman, a experiência do usuário, além de englobar aspectos relacionados à técnica como soluções de design, softwares, intuitividade e usabilidade (é claro que ele nem pensava o quanto a web evoluiria, né?) também deveria se ater aos aspectos subjetivos ligados às experiências simbólicas, laços emocionais e interações afetivas.

É certo portanto que, quanto melhor for a experiência de um usuário do início de sua jornada até a compra, mais chances temos de satisfazer suas expectativas (que também estão envoltas de questões comportamentais), e fidelizá-lo.

Ou seja: não dá pra ter respaldo e pensamento técnico incríveis e esquecer que as questões situacionais particulares também importam ao consumidor. Sendo assim, a UX é tudo que se relaciona com a forma como usuário interage com o mundo ao seu redor, sendo um verdadeiro termo “guarda-chuva”. 

Por isso é importante que estejamos ligados em todas as fases do cliente junto à marca. O primeiro contato, portanto, tem a mesma importância do feedback. Tudo faz parte de uma mesma cadeia que se interliga sob diversas circunstâncias.

Como utilizar as técnicas de experiência do usuário dentro do seu e-commerce?

Dentro do conceito de experiência do usuário, o foco principal sempre é e sempre será o cliente. Por isso, uma das habilidades essenciais que se deve possuir para executar com eficiência a implantação desse conceito é a empatia

É preciso se colocar na posição de cliente e refletir sobre cada detalhe de todo o processo de compra, desde a chegada ao site, passando pela visita aos seus produtos, chegando à finalização da compra e por fim a entrega do produto. 

Criar laços emocionais entre o cliente e a sua empresa é fundamental.

Como colocar em prática? 

  • Análise do layout do seu site – Qual é a sensação que tenho ao acessar o meu site? É agradável?
  • Análise das imagens dos seus produtos – As imagens mostram uma perspectiva real dos meus produtos? Elas são padronizadas? Mostram detalhes dos produtos?
  • Análise do processo de compra – Quanto tempo demora entre o cadastro e a finalização da compra? Será que todos os requisitos que estão no site são realmente necessários? O que eu poderia otimizar nesse processo?
  • Análise da entrega dos produtos – O que eu poderia fazer para diferenciar e impactar os meus clientes na entrega? 

Esses são só alguns dos pontos importantes de se analisar quando se trata de experiência do usuário, mas o conceito é bem mais amplo do que isso. Se fôssemos falar de tudo que pode ser otimizado, passaríamos horas, e talvez dias falando de tudo.

Lembramos também que as análises são particulares, e cada e-commerce deve estar atenta na relação que desenvolve com o cliente. No entanto existe uma frase que pode te orientar na reflexão sobre as otimizações a serem feitas:

“Foque no cliente; pense como cliente; prometa menos do que pode entregar e entregue mais do que prometer!”

Conheça o omninchannel e entenda porquê ele é essencial

O omnichannel é uma estratégia que pensa simultaneamente e de modo convergente para todos os canais. Na realidade ele é uma evolução de uma concepção que há muito já existia no mercado – o multicanal. Do latim, a palavra omni significa tudo. Faz sentido, né?

Enquanto a multicanalidade nasceu da tentativa de garantir que o cliente tivesse fácil acesso aos canais de compra como sites, lojas físicas e aplicativos, o omnichannel tenta pensar na integração plena tanto dos aspectos visuais quanto relacionadas à experiência do usuário.

A principal diferença entre as duas estratégias está relacionada à conectividade. A multicanalidade não previa o acesso aos dados dos usuários e nem se atinha a convergência dos canais. O que acontecia? As mídias competiam entre si e acabavam gerando transtornos que comprometiam o relacionamento com o cliente, como a impossibilidade de que o usuário conseguisse trocar um produto comprado na loja virtual em uma loja física, por exemplo, ou mesmo criando (mesmo sem querer) barreiras entre o cliente e empresa.

Omnichannel na prática

Você já notou que atualmente as empresas têm pensado cada vez mais em ampliar seus canais de venda e melhorar sua relação com os consumidores? Essa é justamente a proposta do omnichannel e a gente já falou sobre isso, aqui no blog.

A procura pela melhor UX (experiência do usuário),  é o foco do omnichannel. A pretensão desta estratégia é aproveitar a potencialidade de cada canal, e o seu diferencial está justamente no seu ideal de integração e harmonia de padrões e dados. Como assim?

No que diz respeito aos padrões estéticos, o omnichannel tenta fixar sua marca de modo com que, à primeira vista, o visitante ou o cliente já associe os padrões de layout e design com a sua empresa, independente do canal em que ele esteja.

Já em relação aos dados, o omnichannel visa facilitar a comunicação entre os canais de forma com que as informações pessoais do cliente sejam disponibilizadas de forma mais unificada possível.

Como integrar seus canais?

Desenvolva uma identidade > Invista em UX > Conheça seu cliente > Engaje;

Com uma identidade bem elaborada, um bom investimento em experiência de usuário e um pleno conhecimento do seu cliente aliado à fidelização do seu público em todos os canais, você finalmente cumpre com o objetivo primordial do omnichannel