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Principais pilares de um e-commerce

Estruturar um e-commerce não é tarefa fácil. Há um longo e, por vezes, difícil caminho que nos separa do início até a concretização do sonhoss. A Somma preparou um texto rápido e prático para entender quais são esses pilares e porquê da importância de cada um

Iniciar na jornada de e-commerce demanda tempo e preparo. E para isso, devemos ter um bom entendimento das dinâmicas que envolvem todo o processo. Assim como para tudo que fazemos na vida, precisamos estar em constante evolução e aprendizado. É preciso entender sua alçada, nada acontece sem percepções prévias e muito, muito estudo! Então faça a lição de casa bem feita, para fazer sempre. Isso com certeza será diferencial e muito importante para um e-commerce dar certo.

Além de sempre buscar conhecer e aprender, é preciso preparo. Sempre. E muito! E com isso subentende-se estar por dentro de tudo que acontece no mundo do e-commerce, buscar todas as ferramentas, cursos disponíveis, se inspirar em pessoas que tem respaldo técnico no que estão dizendo. É mais do que necessário, é essencial!

Os engenheiros ao edificarem uma casa necessitam de vigas e pilares que sustentam a estrutura que será construída. Antes de um médico iniciar um procedimento cirúrgico, ele deve se certificar de que todos os aparatos se encontram disponíveis para que a cirurgia ocorra da melhor forma possível. O mesmo vale para a estratégia de um e-commerce. Um bom planejamento só pode realmente ser bom quando é bem estruturado. Com muita pesquisa e um bom tempo investido, sem espaço para brechas e imprevistos. Afinal, sucesso é convertido em vendas, não é?

Como em tudo que nos propomos a fazer na vida, durante a jornada para se estabelecer em um e-commerce, devemos ter foco. Muito! Não da para desistir na primeira oportunidade. É justamente com os erros que aprendemos a nos estabelecer fielmente naquilo que é nosso objetivo. Aprendemos muito nas derrotas e o sol continua a nascer para todos. Todo dia

E por fim, mas não menos importante, o pontapé inicial. Sim. A hora de tirar os sonhos do papel. Para montar um e-commerce, é preciso estabelecer metas, desejos e vontades. Mas lembre-se, o sonho só vira realidade quando você luta para alcançá-lo.

Como utilizar o conceito de Experiência do Usuário no seu E-commerce

Conceito de UX foi criado no início dos anos 90, mas evoluiu consideravelmente

Embora tenha sido criado há muito tempo, o conceito de Experiência do Usuário, ou UX (User Experience) evoluiu bastante. Você já ouviu falar desse conceito? Sabia que ele pode ser muito útil para o seu e-commerce? Quer saber mais? Vem com a gente e embarque nessa “experiência” incrível.

O que é Experiência do Usuário (UX)?

User experience (UX) ou em português, experiência do usuário, se refere a todo o processo de interação entre o usuário e seu entorno. O termo foi utilizado pela primeira vez em 1990, pelo americano Donald Norman, um professor de ciência da computação.

Para Norman, a experiência do usuário, além de englobar aspectos relacionados à técnica como soluções de design, softwares, intuitividade e usabilidade (é claro que ele nem pensava o quanto a web evoluiria, né?) também deveria se ater aos aspectos subjetivos ligados às experiências simbólicas, laços emocionais e interações afetivas.

É certo portanto que, quanto melhor for a experiência de um usuário do início de sua jornada até a compra, mais chances temos de satisfazer suas expectativas (que também estão envoltas de questões comportamentais), e fidelizá-lo.

Ou seja: não dá pra ter respaldo e pensamento técnico incríveis e esquecer que as questões situacionais particulares também importam ao consumidor. Sendo assim, a UX é tudo que se relaciona com a forma como usuário interage com o mundo ao seu redor, sendo um verdadeiro termo “guarda-chuva”. 

Por isso é importante que estejamos ligados em todas as fases do cliente junto à marca. O primeiro contato, portanto, tem a mesma importância do feedback. Tudo faz parte de uma mesma cadeia que se interliga sob diversas circunstâncias.

Como utilizar as técnicas de experiência do usuário dentro do seu e-commerce?

Dentro do conceito de experiência do usuário, o foco principal sempre é e sempre será o cliente. Por isso, uma das habilidades essenciais que se deve possuir para executar com eficiência a implantação desse conceito é a empatia

É preciso se colocar na posição de cliente e refletir sobre cada detalhe de todo o processo de compra, desde a chegada ao site, passando pela visita aos seus produtos, chegando à finalização da compra e por fim a entrega do produto. 

Criar laços emocionais entre o cliente e a sua empresa é fundamental.

Como colocar em prática? 

  • Análise do layout do seu site – Qual é a sensação que tenho ao acessar o meu site? É agradável?
  • Análise das imagens dos seus produtos – As imagens mostram uma perspectiva real dos meus produtos? Elas são padronizadas? Mostram detalhes dos produtos?
  • Análise do processo de compra – Quanto tempo demora entre o cadastro e a finalização da compra? Será que todos os requisitos que estão no site são realmente necessários? O que eu poderia otimizar nesse processo?
  • Análise da entrega dos produtos – O que eu poderia fazer para diferenciar e impactar os meus clientes na entrega? 

Esses são só alguns dos pontos importantes de se analisar quando se trata de experiência do usuário, mas o conceito é bem mais amplo do que isso. Se fôssemos falar de tudo que pode ser otimizado, passaríamos horas, e talvez dias falando de tudo.

Lembramos também que as análises são particulares, e cada e-commerce deve estar atenta na relação que desenvolve com o cliente. No entanto existe uma frase que pode te orientar na reflexão sobre as otimizações a serem feitas:

“Foque no cliente; pense como cliente; prometa menos do que pode entregar e entregue mais do que prometer!”

Conheça o omninchannel e entenda porquê ele é essencial

O omnichannel é uma estratégia que pensa simultaneamente e de modo convergente para todos os canais. Na realidade ele é uma evolução de uma concepção que há muito já existia no mercado – o multicanal. Do latim, a palavra omni significa tudo. Faz sentido, né?

Enquanto a multicanalidade nasceu da tentativa de garantir que o cliente tivesse fácil acesso aos canais de compra como sites, lojas físicas e aplicativos, o omnichannel tenta pensar na integração plena tanto dos aspectos visuais quanto relacionadas à experiência do usuário.

A principal diferença entre as duas estratégias está relacionada à conectividade. A multicanalidade não previa o acesso aos dados dos usuários e nem se atinha a convergência dos canais. O que acontecia? As mídias competiam entre si e acabavam gerando transtornos que comprometiam o relacionamento com o cliente, como a impossibilidade de que o usuário conseguisse trocar um produto comprado na loja virtual em uma loja física, por exemplo, ou mesmo criando (mesmo sem querer) barreiras entre o cliente e empresa.

Omnichannel na prática

Você já notou que atualmente as empresas têm pensado cada vez mais em ampliar seus canais de venda e melhorar sua relação com os consumidores? Essa é justamente a proposta do omnichannel e a gente já falou sobre isso, aqui no blog.

A procura pela melhor UX (experiência do usuário),  é o foco do omnichannel. A pretensão desta estratégia é aproveitar a potencialidade de cada canal, e o seu diferencial está justamente no seu ideal de integração e harmonia de padrões e dados. Como assim?

No que diz respeito aos padrões estéticos, o omnichannel tenta fixar sua marca de modo com que, à primeira vista, o visitante ou o cliente já associe os padrões de layout e design com a sua empresa, independente do canal em que ele esteja.

Já em relação aos dados, o omnichannel visa facilitar a comunicação entre os canais de forma com que as informações pessoais do cliente sejam disponibilizadas de forma mais unificada possível.

Como integrar seus canais?

Desenvolva uma identidade > Invista em UX > Conheça seu cliente > Engaje;

Com uma identidade bem elaborada, um bom investimento em experiência de usuário e um pleno conhecimento do seu cliente aliado à fidelização do seu público em todos os canais, você finalmente cumpre com o objetivo primordial do omnichannel

Você sabe o que é Marketing de Conteúdo?

Em meio à tanta modernidade e evolução tecnológica constante, tudo muda diariamente. Em paralelo à tecnologia, nós seres humanos também mudamos. 

Novos padrões comportamentais são criados todos os dias, e com isso a forma como as empresas impactam o potencial cliente também muda.

Contextualizando o marketing, o que antes era feito de forma invasiva através de comerciais de TV, hoje segue uma nova forma de pensar: ao invés de fazer com que sua empresa chegue até o cliente, o marketing gira em torno de trazer o cliente até a empresa.

Pensando nisso é que surgiu o conceito do Marketing de Conteúdo, que é o que vou comentar agora mesmo.

O que é Marketing de Conteúdo?

O Marketing de Conteúdo é uma vertente do Marketing Digital que foca principalmente na geração de valor para potenciais clientes através de conteúdos relevantes, ou seja, conteúdos que satisfaçam alguma necessidade do cliente ideal, ou ajudem de alguma forma solucionar um problema, sem propriamente vender um produto ou serviço.

Como dito acima, o foco do marketing de conteúdo NÃO é vender logo de cara e sim ensinar e educar o potencial cliente sem falar da sua empresa conduzindo ele pelo caminho da venda, até que chegue um determinado momento em que ele perceba sozinho que possui uma noção de necessidade que o seu produto possa satisfazer.

Como ele funciona na prática?

Antes de começar a criar o conteúdo, é preciso identificar para quem ele será direcionado, ou seja, é preciso identificar o seu público alvo e/ou persona. 

Não faz sentido produzir um conteúdo para pessoas que não têm potencial em se tornar clientes da sua empresa. Se você busca resultados com marketing de conteúdo, é preciso pensar dessa forma.

A ideia é criar conteúdos que não falem diretamente do que sua empresa oferece, mas um conteúdo que de certa forma possa fazer com que os visualizadores despertem em si mesmo o interesse por algum produto que você vende. 

Exemplo:

Uma empresa que vende tênis poderia produzir um conteúdo sobre “O que é preciso para correr uma maratona”. 

Dessa forma ela não fala diretamente do seu produto mas desperta a noção de necessidade de comprar um tênis para correr uma maratona.

É claro que o marketing de conteúdo possui muitos outros fundamentos, mas de uma maneira geral e simples de se explicar, a base do Marketing de Conteúdo é essa.

O que é e como identificar a persona?

Persona é o desenho do seu cliente ideal. É a criação de um personagem que demonstra quase que exatamente quem é o seu melhor cliente. Diferentemente do Público Alvo que é um dado mais geral (ex.: mulheres de 20 a 50 anos), a persona é algo bem específico, demonstrando detalhes sobre a pessoa fictícia criada. 

Exemplo: Ana, 23 anos, recém formada em administração, gosta de viagens ao exterior, ama o frio.

Mas como se cria a persona?

Como eu disse acima, a persona é a representação quase real do seu cliente ideal, portanto a maneira mais fácil de se criar uma persona, é identificar entre os seus próprios clientes quem seriam os ideais. 

Para isso, selecione entre todos eles, dois que você considere os melhores para a sua empresa, aqueles que te dão lucro de verdade e que condizem com os objetivos da sua empresa. A partir disso, identifique as principais características comuns entre eles e desenhe a sua persona.

Lembre-se: produzir conteúdos para sua persona traz resultados muito mais expressivos do que trabalhando somente com o público alvo.

Onde postar o conteúdo?

É preciso estar onde seus clientes estão, por isso para cada empresa existirá um meio que funcionará melhor, mas de maneira geral, esses são os canais mais utilizados e que funcionam muito bem:

Blog

Basicamente todo mundo faz pesquisas nos buscadores, por isso ter um Blog atrelado ao seu site (ou separado) pode ser a peça que faltava para a sua empresa ganhar visibilidade na internet.

Redes Sociais

A produção de conteúdo para redes sociais tem mostrado grandes resultados, principalmente quando se trata do Instagram e Facebook, afinal o número de usuários dessas redes é enorme.

YouTube

Podendo ser acessado de basicamente qualquer dispositivo com acesso à internet, o YouTube tem um grande potencial para conteúdos de vídeo. Se você pretende seguir por esse caminho, ele é uma grande aposta.

Gostou desse texto? Espero ter ajudado.

5 Dicas básicas para aumentar as vendas do seu e-commerce.

Um carrinho de compras e uns pacotes em um fundo amarelo.
5 Dicas básicas para aumentar as vendas do seu e-commerce.

As vendas na internet cresceram muito, e por isso é fundamental se reinventar e buscar sempre novos meios para se destacar nesse mundo. Pensando nisso, separamos aqui 5 dicas básicas que com certeza te ajudarão a aumentar as vendas do seu e-commerce.

1- Foque no cliente e não na venda.

Muitas vezes ficamos cegos na busca por “vender mais” e nos esquecemos da peça fundamental de uma venda: O CLIENTE. 

É ele quem compra o seu produto e que coloca dinheiro na sua empresa. Por isso é fundamental se colocar na posição de cliente e analisar como poderia melhorar a experiência de compra.

“Será que o cliente, ao chegar ao meu site, tem todas as informações necessárias sobre os produtos oferecidos?” 

“Será que as funcionalidades do meu site proporcionam uma experiência fácil ou dificulta a compra de um produto?”

“Como o meu cliente é impactado ao chegar ao meu site? Será que a aparência é agradável e chama atenção?”

Essas são perguntas fundamentais a se fazer sempre.

2 – Presença multiplataforma (Omnichannel)

Não basta apenas ter um e-commerce. É preciso que sua loja esteja presente onde seu cliente está. Por isso é fundamental possuir mais do que apenas um canal de comunicação, como por exemplo a utilização de redes sociais, blogs, e-mail, aplicativos, entre outras plataformas.

Isso impõe credibilidade, pois todas as informações sobre a sua empresa poderiam estar espalhadas por diversos canais, impactando assim o cliente não só no momento da compra, mas fazendo com que ele conheça a sua empresa muito antes disso.

Com uma experiência Omnichannel(vários canais), você trilha todo o caminho do seu potencial cliente, fazendo com que a relação dele com sua empresa seja incrível. O resultado disso é uma venda.

3 – Redes Sociais

Aproveitando o que foi dito acima sobre a experiência Omnichannel, abro aqui um foco especial para as redes sociais: elas são absolutamente essenciais para qualquer empresa.

Imagine uma plataforma onde você possa falar sobre sua empresa, ensinar sobre os seus produtos ou serviços, fazer ofertas, tudo isso em apenas um só lugar? 

É exatamente por isso que as redes sociais são fundamentais. 

É a partir delas que as pessoas percebem de verdade como funciona a sua empresa, qual a sua a história, como surgiu, o que você faz ou vende, enfim. 

Parece até coisa de relacionamentos humanos  não é mesmo? E é exatamente isso que funciona.

 Através das redes sociais, você humaniza a sua empresa, fazendo com que o cliente se aproxime e crie mais vínculos com a sua marca, tornando o relacionamento Empresa/Cliente muito mais saudável.

Isso impacta diretamente nas suas vendas.

4 – Crie um diferencial / Gere valor

Você saberia definir o que sua empresa tem de diferente das outras? O que ela oferece de valor aos seus clientes? 

Seja um produto diferenciado, uma entrega especial, um atendimento de suporte agradável e satisfatório, um conteúdo bem elaborado nas redes sociais(ou blog), tudo isso gera valor à sua empresa.

Chegar ao nível de ser procurado não apenas pelo produto mas sim pelo valor e credibilidade que você entrega: essa é a meta.

5 – Siga todas as dicas anteriores

Se você olhar para todas essas dicas e colocar em prática, os resultados vão aparecer. 

Como eu disse na introdução, são dicas básicas, mas que no final fazem toda a diferença.

Google Ads: O que é? Como funciona?

Querendo ou não, em algum momento da vida da sua empresa você pode se deparar com a necessidade de investir em publicidade na internet. Existem muitos meios e ferramentas de se fazer isso, seja veiculando anúncios nas redes sociais ou nos buscadores.

Hoje vou falar um pouco sobre a ferramenta chamada Google Ads, que garanto que muitos de vocês já ouviram falar, mas não sabem exatamente o que ele é e como ele funciona.

O que é Google Ads?

O Google Ads é uma ferramenta de publicidade criada pelo Google, visando a possibilidade de empresas e sites poderem otimizar o seu posicionamento nas pesquisas e a veiculação de anúncios em outros ambientes como sites de notícias, YouTube, entre outros.

Como funciona?

Dentro da plataforma, é possível criar campanhas de marketing bem assertivas de acordo com a meta almejada baseando-se por estratégias pré definidas para cada objetivo. As metas do Google Ads são nomeadas como:

Vendas – Gerar vendas on-line, no aplicativo, por telefone ou na loja;

Leads – Incentivar clientes a realizar ações para gerar leads e outras conversões;

Tráfego no Site – fazer com que as pessoas certas acessem o seu site;

Consideração de produto e marca – incentivar as pessoas a explorar seus produtos ou serviços;

Alcance e reconhecimento da marca – alcançar um público-alvo amplo e promover reconhecimento;

Promoção de app – gerar mais instalações e interações no aplicativo.

Criar uma campanha sem meta – Usar qualquer tipo de campanha disponível e criar uma campanha passo a passo sem recomendações de meta.

Após escolhida a meta, é preciso definir o tipo de campanha.

Tipos de campanha

Rede de Pesquisa

Anúncios de texto ou de chamada exibidos perto dos resultados da pesquisa no Google.com.br, em sites de parceiros de pesquisa do Google e em muitos outros lugares

Rede de Display

Anúncios em toda a Web (on-line, em aplicativos e em lojas).

Smart

Anúncios automatizados que são exibidos no Google, no Google Maps e na Web. Gerenciamento de anúncios prático e reduzido

Shopping

Anúncios veiculados no Google Shopping, a vitrine virtual do Google.

Vídeo

Anúncios de vídeo veiculados no YouTube.

Discovery

Anúncios veiculados no YouTube, no Gmail, no Discovery e em outros produtos.

Gostou desse conteúdo, espero ter ajudado.

Mídias Sociais: o trampolim de vendas

Você sabe o que são Mídias Sociais? Com certeza você já ouviu falar de Facebook, Instagram, YouTube, WhatsApp, LinkedIn não é mesmo? Mas você sabe o que eles têm em comum?

Todos esses nomes citados acima são considerados Mídias Sociais, ou simplesmente Redes Sociais (na teoria essas nomenclaturas possuem diferenças, mas na prática são basicamente a mesma coisa).

Mas você sabe como e porque surgiram as Mídias Sociais?

Como, quando e porque surgiram as Mídias Sociais?

No seu início, a internet era utilizada entre Universidades e laboratórios de pesquisa. Sua finalidade principal desde o seu surgimento era a troca de informações entre elas. Com o passar do tempo, aproximadamente na década de 90, viu-se a possibilidade de se comunicar com outras pessoas através da internet e com isso foram surgindo os primeiros sites de relacionamento: o que chamamos hoje de Redes ou Mídias Sociais. É claro que eles eram bem diferentes das plataformas que conhecemos hoje, mas contribuiriam muito para a modernização da comunicação mundial.

O que é considerado Mídia Social?

Como dito a cima, qualquer plataforma ou site que possibilite a comunicação entre duas ou mais pessoas é considerada um meio de Mídia Social.

Quais as maiores Mídias(ou Redes) Sociais do mundo?

A maior rede social do mundo atualmente é o Facebook. Ele conta com aproximadamente 2,2 bilhões de usuários espalhados em todo o globo. Em segundo lugar fica o YouTube, contando com 1,9 bilhão de usuários, ficando à frente do WhatsApp(1,5 bi), Facebook Messenger(1,3 bi), WeChat(1,08 bi) e Instagram(1 bi).

Mídias Sociais: o trampolim de vendas.

Com já alguns anos da sua criação, além de serem um meio de comunicação, por conterem um número alto de usuários as empresas passaram a enxergar as Redes Sociais como ferramentas de amplificação de vendas. Elas proporcionam um meio de alcançar um número altíssimo de pessoas de forma exponencial, além de outras várias possibilidades como a praticidade na interação com seus clientes, pesquisas de mercado, entre outros fatores.

Levando em consideração tudo isso, não é difícil de entender o porque das mídias sociais serem consideradas trampolim de vendas, e é por isso que vale muito a pena definir estratégias voltadas à utilização delas na sua empresa.

Facebook Ads: O que é? Como funciona? Qual a importância para o meu negócio?

O marketing tem evoluído muito ao longo dos anos e hoje se faz necessário mais do que nunca dentro do processo de crescimento de uma empresa.

Em meio à era digital, é essencial que as empresas estejam presentes no mesmo ambiente em que seus clientes. Quando digo isso estou me referindo principalmente às redes sociais. É incontestável o alto potencial de atração e relacionamento que elas possuem, mas sabemos como é difícil se posicionar na internet de forma eficiente, principalmente quando estamos tentando vender um produto ou serviço. Para facilitar esse processo, temos que recorrer à algumas ferramentas de publicidade e por isso hoje vou falar sobre o Facebook Ads: a plataforma de anúncios do Facebook.

O que é Facebook Ads?

Facebook Ads é uma ferramenta de marketing digital e publicidade que o facebook disponibiliza para que as pessoas e empresas que possuem página corporativa possam alcançar maiores resultados em suas postagens.

Como funciona?

Dentro do Gerenciador de Anúncios (a plataforma do Facebook Ads), é definida a estrutura de campanha.

Estrutura de campanha é como chamamos as etapas para a criação de um anuncio no Facebook. Essa estrutura é dividida em 3 partes: Campanha, Conjunto de Anúncios e o Conteúdo do Anúncio(ou só “Anúncio”).

CAMPANHA é o campo onde a gente define o objetivo dos nosso anúncios, podendo ser por exemplo “Alcance”.

CONJUNTO DE ANÚNCIOS é o campo onde definimos a forma de direcionamento dos nossos anúncios: Público, Localização e Orçamento.

ANÚNCIO como o próprio nome já diz, é o campo onde anexamos o conteúdo do anúncio sendo ele uma imagem ou vídeo, e o texto.

Objetivos de campanha.

Os objetivos de campanha se dividem em 3 grupos: Reconhecimento, Consideração e Conversão.

RECONHECIMENTO – Nesse grupo, os anúncios tendem a aparecer para um número maior de pessoas que possam ter interesse em sua página e nos seus posts incentivando o reconhecimento da sua marca.

CONSIDERAÇÃO – Nesse grupo, os anúncios tendem a influenciar o público a interagir com o post(curtir, comentar, compartilhar, visualizar o vídeo) ou com sua página, podendo até direcioná-las à uma página externa.

CONVERSÃO – Nesse grupo, os anúncios tem o propósito de vender um determinado produto, influenciar as pessoas à compra, ou levá-las até o estabelecimento comercial.

Agora que você sabe um pouco melhor como funciona o Facebook Ads, é hora de pensar em porque ele seria importante para a sua empresa.

Qual a importância para meu negócio?

Se você espera grandes retornos para o seu negócio, o fato de ter uma página e realizar postagens gratuitas pode ser insuficiente para alcançar seus objetivos. E é aí que o Facebook Ads ganha importância. Ele é essencial para garantir muito mais visibilidade e interação com o público e com clientes em potencial. Com toda a certeza a utilização dessa ferramenta deve estar dentro da sua estratégia.

Espero ter te ajudado com esse conteúdo.