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Entenda o que é Dark Social e sua importância no Marketing Digital

Dark Social é um termo que tem ganhado bastante importância ultimamente

Dark social é um volume de ações que não pode ser medido por métodos analíticos normais.

Ele está protegido pelos sistemas de criptografia das ferramentas de mensagens instantâneas. Por isso, qualquer link compartilhado nessas conversas pessoais não pode ser detectado facilmente.

É bom lembrar que as pessoas estão compartilhando links para o seu site, seja nas redes sociais ou em outros canais.

No entanto, não ser capaz de medir o volume preciso uma vez que isso aconteça cria alguma imprevisibilidade. Como resultado, cada vez mais profissionais estão preocupados com o social dark. 

Uma das características mais importantes do marketing digital é precisamente a capacidade de monitorar com precisão o desempenho das estratégias. 

Encontrar recursos válidos e seguros pode ser a melhor maneira de manter a medida como deveria: detalhada, cheia de números e capaz de estruturar estratégias cada vez mais precisas. 

Sendo assim, se preocupar com o dark social é cada vez mais importante para as equipes de marketing.

Neste artigo, abordaremos o assunto em detalhes, passando pelos alguns tópicos

Sobre Dark Social

Dark social é um termo desenvolvido para classificar todas as métricas de compartilhamento de link que não podem ser rastreadas por ferramentas analíticas tradicionais.

Por mais que o nome possa se referir a algo negativo, este não é exatamente o ponto. A única desvantagem do dark social é, obviamente, que essas são medidas sociais importantes que não são fáceis de medir.

O termo foi cunhado por Alexis Madrigal, jornalista que decidiu estudar e discutir o assunto com base em um importante princípio: temos realmente acesso a todas as informações que deveríamos ter sobre nosso conteúdo na web?

Pelo menos quando se trata de compartilhar links, fica claro que não é o caso. 

Os aplicativos de mensagens estão no centro do problema. A segurança é a principal razão pela qual esse volume de tráfego está “escondido”.

Quando falamos sobre dark social, estamos falando principalmente de links compartilhados em aplicativos de mensagens instantâneas. 

No WhatsApp, Facebook Messenger, Snapchat, Hangouts entre outras, as conversas são protegidas para garantir a privacidade. 

Essa tecnologia é essencial para proteger os dados pessoais e as informações que podem ser trocadas durante essas conversas.

Portanto, se esse conteúdo for privado, é impossível para as ferramentas de análise de métricas detectar links compartilhados dentro dessas plataformas, em chats pessoais. 

O volume de informações nesses aplicativos é enorme. É muito comum, ao se pensar em canais de tráfego, considerar principalmente os que estão mais no “momento”, como as redes sociais. 

Porém, os aplicativos de mensagens têm grande impacto nas estratégias de marketing, principalmente por serem formas de comunicação direta entre as pessoas.

O que significa que qualquer tipo de conteúdo pode ser compartilhado nesses espaços. 

Por que ter um embaixador de marca?

Cada dia mais, as empresas tem investido em embaixadores de marca. Mas afinal, por que eles são importantes?

O marketing permite criar estratégias infinitas para estabelecer uma imagem saudável e positiva para a sua marca. Sabemos que quando bem feito, ele atrai consumidores e contribui com a taxa de fidelização e conversão. E os embaixadores de marca podem contribuir muito com isso

O público consumidor e o mercado são complexos. Por isso, o marketing busca se aprimorar sempre.

Hoje em dia, ter um embaixador de marca tornou-se uma super estratégia para o marketing digital, e vem ganhando cada vez mais espaço no mercado.

O que é de fato um embaixador de marca e o que ele faz?

Brand Ambassador, ou apenas embaixador da marca, pode ser um funcionário da empresa, um cliente antigo e especial ou até um blogueiro e influenciador digital.

Atualmente os consumidores tendem a se relacionar de diversas maneiras com o produto preterido. O público também tem ficado cada dia mais nichado, se importando com feedbacks produzido por personalidades influentes.

A pessoalização se tornou muito mais importante do que grandes investidas publicitárias.

A pessoa precisa conhecer profundamente a marca, suas soluções e projetos.

O embaixador possibilita uma introdução à conexão entre um possível cliente e a empresa. Isso pode acontecer por meio de recomendações via redes sociais online, por abordagens mais diretas e específic entre outras diveras,sas formas.

Importante lembrar que o embaixador de marca não é apenas um “garoto propaganda”, termo cunhado na publicidade e que ganhou grande proeminência durante a década passada.

O embaixador não será apenas alguém que anuncia as vantagens, pontos positivos e novidades da empresa. Ele precisa demonstrar conexão de fato com a marca. A identificação portanto, precisa ser direta, sem rodeios e mais: não pode parecer forçada.

As percepções sobre marca do consumidor de hoje tem uma conexão mais profunda. Não são apenas propaganda.

Pensando no Marketing Digital, os embaixadores de marca podem aumentar o tráfego orgânico de seus clientes, além de engajar suas redes sociais online, consequentemente facilitando a geração de leads. Tudo que a gente pediu, né?

É caro ter um embaixador de marca?

Muitas pessoas ainda associam a ideia de embaixador de marca com personalidades que têm enorme relevância, seguidores e influência e, sendo assim, acreditam que eles necessariamente têm uma precificação além do que a empresa pode pagar.

No entanto, é importante pensar aqui que essa percepção não pode ser uma regra.

A coisa mais importante para um embaixador é ser completamente engajado e empenhado com a marca em questão. Não precisa ser um influencer digital. Aliás, todos somos influentes em alguma medida, não e mesmo?

Como aumentar sua taxa de conversão?

Entenda um pouco mais sobre taxa de conversão e aprenda mecanismos para melhorá-la!

Sempre costumamos dizer por aqui que nada no marketing pode se apegar em achismos e percepções não conclusivas.

O marketing é feito a partir de informações concretas e interpretações reais da realidade, para só depois pensar em maneiras para melhorar sua atuação no mercado. A taxa de conversão é um dos principais mecanismos para desenvolver essas características.

Lembre-se: a taxa de conversão não é apenas a coleta de dados

Como aumentar a taxa de conversão?

As estratégias devem aumentar a taxa de conversão. E para isso, precisamos de várias otimizações estruturais, como a de conteúdo e design gráfico nas páginas, proporcionando assim a melhor experiência para o consumidor

O objetivo final de todas essas práticas é fazer com que mais pessoas tenham atitudes relevantes para o seu negócio.

A métrica de conversão é muito utilizada para medir a conversão de leads no Marketing Digital, mas não há restrição em relação a isso.

Uma estratégia de conteúdo, por exemplo, pode estabelecer várias tipificações de conversão, pois como sabemos, o processo de compra envolve inúmeras etapas e muitas vezes não é regular.

Dessa forma, o aumento da taxa de conversão está relacionada ao sucesso de um negócio, à medida que ele corresponde aos objetivos estratégicos selecionados para ele.

Dicas para aumentar a conversão

1. Testes A/B

Às vezes, um dos layouts do site simplesmente não é funcional, e os testes são feitos para entender essa demanda: qual site melhor funcionará? qual deles efetivará suas estratégias?

No teste A/B essas questões podem ser respondidas e os objetivos podem ficar mais perto da concretização. Muitas vezes, uma mudança simples podem trazer resultados para além do imaginado. Pense nisso.

2. Suporte via telefone

A internet modificou a forma como nos comunicamos de maneira substancial, no entanto, algumas coisas ainda pedem o bom e velho: contato. Mas na internet não tem? Tem! Mas as vezes a gente gosta de se sentir especial, não é mesmo?

E o contato direto via telefone pode ser uma boa alternativa, possibilitando que os clientes tirem suas dúvidas e tenham seus anseios resolvidos. A internet é uma plataforma incrível e necessária, mas não podemos nos limitar a este ambiente.

3. Gerar valor

Nada mais importante que receber feedbacks sobre os seus produtos, né? Vídeos, mensagens e fotos de compradores podem ajudar o possível cliente a ter uma ideia do seu produto.

Quem não conhece o seu produto pode se basear nos feedbacks para ter uma ideia do que encontrarão ao comprar seu produto.

Esse tipo de ferramenta também contribui para fidelizar seus clientes, por exemplo. Importante também porque muitas pessoas ainda tem uma certa resistência em fazer a sua primeira compra online, e essas estratégias podem contribuir para acabar com isso.

Como adequar seu ecommerce à LGPD?

A Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), entrou em vigor em agosto e muitos pequenos e médios empresários ainda não se adaptaram às novas normativas. No entanto, é essencial que a lei seja seguida à risca e para evitar problemas jurídicos, os empresários precisam mover forças para entender as principais obrigatoriedades da legislação.

A LGPD foi sancionada em 2018 pelo então presidente Michel Temer (MDB), e previa entre outras coisas, estabelecer normativas regulamentares acerca dos dados pessoais de clientes e usuários, de todo o tipo de empresa, seja ela pública ou privada.

O ecommerce com certeza foi um dos segmentos que mais sentiu o impacto com a validação da lei, já que é um ramo que trabalha diretamente com o armazenamento de dados de seus clientes. Por dados, entendemos aqui todo o processo de cadastro e armazenagem: ponto essencial para um ecommerce funcionar.

Como funciona a LGPD?

Os principais pontos da lei prevê uma mudança quanto a forma de tratar informações pessoais, além de restringir potencialmente o uso dos cadastros; um adendo para dados considerados juridicamente “sensíveis”, como os de orientação sexual, religião, raça, opinião política, entre outras.

Com a LGPD, sempre que um cadastro for feito, deverá haver uma especificação relacionada à utilização da informação. Além disso, o dono das informações, pode a partir da validação e sanção da lei, exigir a proteção de seus dados bem como terá o direito de saber se a empresa possui ou não seus dados cadastros em suas listas.

Principais adequações de sua empresa à LGPD

Cadastros: Em geral, nos e-commerces, o cadastro para a efetivação da compra é obrigatório. Você precisa portanto, deixar os motivos para a efetuação do cadastro; para evitar fraudes, muitas lojas investem em parceiros para proteção de dados. É uma boa saída, além de demonstrar confiança ao cliente.

Lista de “desejos” e carrinho de compra: É uma forma muito importante para entender qual o perfil comportamental do possível cliente, bem como suas formas de compra, além de ter uma utilidade muito grande para o cliente, que consegue utilizar o recurso para salvar os itens que deseja em um momento oportuno. No entanto, com a LGPD é importante tornar a ferramenta clara: quais são os recursos utilizados? Os formulários? É essencial, para a LGPD que o usuário/cliente saiba exatamente a finalidade de tudo.

Pesquisa de informação: Na LGPD, o cliente é rei. Caso ele peça a solicitação sobre a situação de como se encontram seus dados, ele poderá verificar, averiguar e interpretar a situação. Importante salientar aqui que a os e-commerces devem estabelecer parâmetros a partir de protocolos caso haja o caso de que algum cliente verificar os seus dados.
Com essas pequenas mudanças você já fica em dia com alguns quesitos da lei, mas para informações e delineamento mais concreto, contate uma assessoria jurídica

Psicologia dos preços: A ancoragem

A ancoragem de preços é um recurso muito importante e conhecido na chamada “psicologia de preços”

Não é novidade que o preço é sempre um dos principais fatores na hora de comprar. O bolso guia nossas ações, atitudes e também as tomadas de decisão.

No mercado editorial há muita literatura sobre a “psicologia de preços”. O mercado se aproveita desse fator tão determinante na hora de efetivação da compra, e se utiliza de várias estratégias para atrair os consumidores.

Estas estratégias vão desde a novos formatos de embalagem, mudanças no produto e até mesmo a criação de grandes liquidações, queimas de estoque e períodos de promoção.

No livro “Preço – O mito do valor justo e como tirar vantagem disso”, William Poundstone conta um pouco sobre seus anseios e descobertas na psicologia de preços.

Para o autor, a precificação é um fato de persuasão que, embora sutil, por ser subjetivo pode ser totalmente determinante no sucesso ou fracasso das vendas.

O conceito da Ancoragem de Preços

A ancoragem nasceu a partir da percepção de que seria muito mais fácil influenciar um comprador a finalizar a compra a partir da ideia de um preço considerado referencial.

A ideia é manter um produto com preço muito mais alto do que os valores médios dos produtos de sua loja. Raramente alguém vai comprar este produto; isso contribui para a concepção de que este produto simbolize um “teto de gastos”, talvez inalcançável.

Exemplificando: você tem uma loja de semijoias: coloque um colar no valor de R$899,00. A precificação imposta não foi feita para que este produto alcance a venda, mas para que a linha de produtos de uma marca parecida. Sendo assim, ainda que acima da média, o produto ainda vai soar como um “respiro” de preço.

Se seguir esses critérios, você irá aumentar as vendas de opções com valores intermediários.

Tudo só funciona com pesquisa e muita percepção de mercado. Como tudo no marketing: estude. A ancoragem precisa ter e seguir um conceito para atrair os clientes e consumar suas vendas.

5 técnicas para criar um bom SEO

Entenda como arrasar nessa estratégia e rankear bem no Google

Na esteira do assunto que debatemos na semana passada, hoje vamos continuar falando sobre SEO e agora vamos mostrar cinco técnicas que podem ser valiosas para criar um bom rankeamento de seu site nos buscadores, em especial no Google. No momento de estruturar cada pilar é necessário muita atenção pois qualquer erro na estrutura fará com que sua estratégia final falhe

E como lembramos: o prazo para o SEO refletir de maneira definitiva é entre seis meses ou mais; não tenha pressa!

1- Concisão

Apresente seu conteúdo da maneira mais simples possível, pois os buscadores, e em especial o Google irão filtrar os conteúdos a partir daqueles que forem mais eficientes neste quesito. 

2- Chame atenção

O Objetivo é engajar, chamar a atenção do Usuário:

Ao mesmo tempo em que você precisa apresentar o seu conteúdo, você também deve chamar a atenção daqueles que irão ver sua descrição. Aqui, procure utilizar verbos no imperativo: eles chamam atenção e convertem demais!

3 – Apresente uma ideia

Uma maneira de engajar o público é apresentando uma necessidade para o uso de seu produto, isso consequentemente gera demanda e na continuidade: compras!

4- Entenda bem sobre o que está sendo vendido

Saiba como funciona o seu produto, veja os prós e contras, a partir disso todos os passos anteriores serão mais fáceis. Pois ninguém entende melhor sobre o seu negócio como você mesmo. 

5- Evite errar gramaticalmente 

Caso haja qualquer erro, por menor que seja, você perde no critério de qualidade para o rankeamento do seu site e isso pode te prejudicar. Se fizer sentido para você, escreva de forma culta! 

A importância do SEO

Entenda e conheça um pouco dessa estratégia indispensável na hora de se pensar em marketing digital

O Search Engineer Optimization (SEO), em português: otimização dos mecanismos de busca, é um conjunto de ações que visa facilitar o aumento e a popularidade do seu site, blog ou e-commerce. O SEO nasceu para estabelecer relações e padrões de autoridade e popularidade dos conteúdos dos buscadores da web. Foi cunhado pela primeira vez em 1997 e acabou se tornando uma das principais estratégias do marketing digital da atualidade.

Assim como tudo no marketing, o processo precisa de planejamento e os resultados demorar a serem colhidos; no SEO o planejamento precisa ser pensados a médio e longo prazo, portanto se quiser resultado rápido, talvez o SEO não seja o que você procura, já que a otimização demanda tempo de estudo e paciência. 

Você precisa saber quem quer atingir, quais são suas metas e anseios e como você vai conseguir chegar nos seus objetivos. Quando entendidas e usadas de maneira correta, as técnicas previstas podem posicionar o site/blog/loja virtual nas primeiras páginas dos buscadores, aumentando o número de visitas orgânicas. Sabemos que é difícil alguém utilizar o google (ou qualquer buscador) para procurar em qualquer página que não seja a primeira, né? E vem justamente daí a importância de começar a utilizar o SEO.

Algumas das ações que fazem parte de um planejamento estratégico de SEO são: criação, SEO onpage, construção de autoridade popularidade e UX (experiência de usuário), do qual já conversamos aqui no blog.

Os buscadores

A missão do Google em seu princípio era a de organizar informações. Ele nasceu para indexar teses e dissertações acadêmicas em uma espécie de plataforma. Com o tempo, como sabemos, ele se tornou o buscador mais famoso de toda a web, servindo como uma mão amiga para milhões de pessoas no mundo. Mas também sabemos que a grande maioria das pessoas não acessa todas as páginas que o Google indica quando estão a procura de algo de seu interesse.

Segundo especialistas em SEO, há mais de 250 critérios para a classificação e personalização de resultados no Google; eles pensam sobre como o seu site será lido pelo buscador, e é claro que nisso estão contados os resultados ranqueados e os orgânicos.

O SEO vai contribuir na otimização do seu site, contribuindo para que ele seja mais referenciado e consequentemente acabe ocupando melhores posições na página de resultados. Com isso, seu conteúdo se tornará automaticamente mais relevante.

Utilizar palavras-chave é importante? São essas palavras que vão ajudar com o tráfego em um site; então sim. Geralmente elas estão diretamente relacionadas ao texto, produto ou imagem. Os títulos, subtítulos, palavras negritadas também geram destaque em todo o processo de construção textual e aparecem ranqueadas de maneira distinta nos buscadores

O conteúdo no entanto precisa ser bom. O google penaliza tudo que não apresenta autoridade; que aparenta ser cópia (mais ainda o que de fato é).

Importante reiterar que o SEO é diferente para tráfego, branding e vendas e que cada um desses precisam pensar em estratégias específicas. O SEO para tráfego requer conteúdo de qualidade e enquanto para pensar branding precisamos de autoridade, para vendas o que importa é focar no que vai gerar resultados e dados.

E aí, entendeu porque é tão importante começar a pensar SEO?

Como alavancar sua empresa com Growth Hacking

Na tradução para o portugues, a palavra “growth” significa crescimento, e hacking tem relação com o fato de se utilizar métodos já testados  e replicá-los na sua realidade.

Na prática, Growth Hacking é um conjunto de hábitos e práticas que visam alavancar o crescimento de uma organização. Ele consiste principalmente na identificação de possíveis otimizações em todos os processos de uma empresa, que constitui-se pelos setores de Marketing, Vendas, Produto, Operacional e Atendimento ao Cliente

Essas lacunas de otimização são identificadas por meio da análise de dados e métricas (primeiro pilar do Growth). A partir delas levantamos hipóteses (segundo pilar) sobre “como cada métrica poderia ser otimizada”. Para confirmar as hipóteses levantadas tudo é testado (terceiro pilar).

DADOS + HIPÓTESES + TESTES = GROWTH

Utilização de Hacks de Crescimento

Além dos três pilares principais do Growth, ele se caracteriza também pela ideia de se aproveitar de hacks já testados e comprovados. Dessa forma criamos um ponto de partida para o início de toda a análise.

Vale salientar que não podemos nos esquecer de testar tudo, afinal o que é eficiente  para outras empresas pode não ser para a sua. Mas de forma geral, conseguimos aproveitar muitos desses hacks.

Como implantar o Growth na minha empresa?

Você já deve ter percebido que o growth está mais ligado a uma forma de pensar do que a uma regra propriamente dita, por isso a implantação desse conceito dentro da sua empresa deve partir primeiro dos cargos de alto escalão: CEOs, COOs, CMOs, Heads, e todas as demais funções de liderança.

Outro fato importante é que deve-se criar hábitos e processos de registros de dados, afinal precisamos deles para toda a tomada de decisão. Eles são o foco inicial para toda a jornada do crescimento empresarial, afinal, quando trabalhamos com dados e informações precisas, deixamos de lado o nosso “achismo” e passamos a focar na testagem de todas as hipóteses e mudanças que trarão resultados.

7 ações de marketing para arrasar na Black Friday

A Black Friday pode sua grande aliada. Mas é preciso planejamento

Sabemos que a Black Friday é um momento de movimentar! Depositar as fichas no negócio, se arriscar e interpretar a relação entre os produtos e os clientes. E com e-commerce não é diferente. Sabendo disso, a Somma preparou algumas dicas que podem ser muito valiosas para quem tem loja virtual e quer aproveitar esse evento:

1- Chuva de LEADS

A ideia é captar leads através de pop-ups no site ou em páginas específicas, solicitando e-mail e em troca, disparar avisos antecipados sobre as ofertas da BLACK FRIDAY!

Uma pesquisa constatou que, durante a semana da Black Friday de 2013 e 2014, a própria sexta-feira foi considerada o pior dia para enviar e-mails promocionais para os clientes.

Por isso, o prazo ideal do envio desses e-mails é de no máximo 24 horas antes da promoção.

2- Descontos

A ideia é captar leads através de pop-ups no site ou em páginas específicas, solicitando e-mail e em troca, disparar avisos antecipados sobre as ofertas da BLACK FRIDAY!

Uma pesquisa constatou que, durante a semana da Black Friday de 2013 e 2014, a própria sexta-feira foi considerada o pior dia para enviar e-mails promocionais para os clientes.

Por isso, o prazo ideal do envio desses e-mails é de no máximo 24 horas antes da promoção.

3- Tema personalizado

Mudar todo o visual do seu site destacando a Black Friday é algo que com certeza chama muito a atenção, afinal a primeira impressão é sempre a que fica.  

Destacamos entre as principais mudanças a serem feitas, a utilização de banners apresentando as ofertas principais, além de carimbos de “Black Friday” nas próprias imagens da vitrine de produtos.

Certifique-se também de que as ofertas estão posicionadas para captar a atenção dos visitantes no momento em que eles acessarem seu site.

Não menos importante, é garantir a estabilidade do seu site. Já imaginou se o seu cliente o acessa e não consegue completar a compra?

4- Sorteios

Concursos e sorteios também podem incitar entusiasmo e obter fãs e seguidores no clima de compras de final de ano.

Incentive os clientes a compartilhar as promoções para aumentar o tráfego nas redes sociais oferecendo cupons de desconto. Os melhores lugares para colocar essas ofertas são as páginas: inicial, do produto, de checkout e de confirmação do pedido.

5- Explore a Cyber Monday

O conceito da Cyber Monday surgiu em 2005, nos Estados Unidos, para identificar a segunda-feira seguinte ao Dia de Ação de Graças – comemorado nos EUA na última quinta-feira de novembro – e à Black Friday. A data ganhou repercussão por promover grandes promoções no varejo online, com descontos de até 80%.

Enquanto a Black Friday inclui lojistas do mundo físico e virtual, o Cyber Monday é exclusivamente online. Inicialmente, a campanha era voltada ao segmento de eletrônicos, com ofertas para smartphones, notebooks e produtos similares. Porém, ao longo do tempo ela passou a abranger novas categorias, como brinquedos, moda e acessórios.

6- Compre e ganhe

A ideia não é nova, mas você consegue transformá-la em uma promoção criativa. O consumidor pode comprar produtos de alta margem de lucro para o seu e-commerce e levar outro de brinde.

Mas como o objetivo é surpreender pela criatividade, você pode selecionar uma quantidade limitada de ofertas desse tipo e oferecer algo surpresa. Pode ser um produto igual ou com o mesmo valor.

O que vale é conquistar uma parcela dos seus clientes por meio desta ação é despertar a atenção de outros consumidores para que comprem em seu site. No fim das contas, a loja ganha relevância e se torna conhecida entre usuários de todo o país.

7- Recompensas de check out

Quem já foi aos EUA sabe que os norte-americanos realizam excelentes promoções durante o ano todo. É muito comum você entrar em uma loja, comprar algo e sair de lá com o bolso cheio de descontos e brindes.

O fato é que essas recompensas ainda são mal utilizadas em nosso país. Os descontos são baixos, possuem muitas limitações e não estimulam novas compras.

Você pode mudar esse cenário oferecendo recompensas de checkout mais atrativas, como descontos maiores e progressivos ou brindes, para uma quantidade limitada de clientes — o que mais uma vez ajuda a gerar propaganda espontânea para sua loja online.

O que é e como surgiu a Black Friday?

Comemorado no dia seguinte ao famoso Thanksgiving’s Day (Dia de Ação de Graças)  nos Estados Unidos, a Black Friday é um dos eventos mais importantes do país, onde os comerciantes colocam seus produtos em promoções de até 70%.

Os lojistas apresentam estes descontos relevantes aos seus produtos se apegando à ideia de que as pessoas não precisarão passar pelo cansaço de comprar seus produtos em cima da hora, no final do ano. Além disso, é o dia em que se inicia o período de compras natalícias, dando a largada para o período de maior faturamento dos lojistas, ou como muitos lojistas chamam, de “período azul”.

Diferente do que podemos pensar, a Black Friday só foi se tornar uma referência nos EUA, na década de 90 e, embora atualmente, seja considerada o maior dia de compras do ano, ela só atingiu esta marca em 2001.

Com o tempo, lojistas de outras localidades começaram a perceber que a data poderia ser essencial também para seus comércios. Há boatos de que os canadenses, vizinhos ao norte dos americanos, ao perceberem uma fuga de clientes que atravessavam a fronteira entre os dois países para fazer suas compras em terras americanas, também aderiram ao evento, que no entanto, acontece mais de um mês antes da Black Friday usual.

E no Brasil?

No Brasil, a data começou a existir no ano de 2010, a partir de uma empresa especializada em ofertas e descontos e segue a data estipulada pelo comércio estadunidense, a última sexta-feira de Novembro. Este ano o evento acontece no dia 27.

À época, muitas lojas do varejo participaram do evento, entre elAs Magazine Luiza, Dafiti, Saraiva, Submarino entre outras. Em 2014, a data arrecadou mais de 1,2 bilhão de reais e cresceu substancialmente via e-commerce, atingindo no ano de 2017, uma marca de 2,1 bilhões de reais arrecadados. Mesmo com a crise que assolou o país em meados da década passada, os números se mantiveram crescendo. Ano passado (2019), o faturamento foi de 3,2 bilhões de reais. 

Muitos países da América também aderiram a data, como o México, Colômbia, Argentina e Chile. Outras potências econômicas como a Inglaterra e o Japão também passaram a se aventurar pela data. A Índia, segundo país mais populoso do mundo também participa do evento, provando que a data pode fazer muito barulho pelo mundo.

Prepara Black

A Somma Publicidade apoiará um evento imperdível sobre a Black Friday na próxima semana. Entre os dias 19 e 23 de Outubro, acontece o “Prepara Black”, evento focado em ajudar lojistas a venderem mais durante o período da Black Friday. Apoiando-se na ideia de que o planejamento é o princípio de tudo, a Somma se adianta à data e apresenta cinco convidados para falarem sobre o tema: Alfredo Soares (sócio da VTEX), Dyego Joia (sócio da Enviou), Gustavo Valle (Loja Integrada), Caito Maia (sócio fundador da Chilli Beans) e Cristhian Neiverth (Mago do E-commerce).

Todas as lives acontecem no Instagram do CEO da Somma, @erickcust e começam todos os dias às 19hrs. Para não perder mais tempo, que tal você se inscrever aqui: https://sommapublicidade.com.br/preparablack/

Te esperamos lá!