Você sabe o que é Marketing de Conteúdo?

Em meio à tanta modernidade e evolução tecnológica constante, tudo muda diariamente. Em paralelo à tecnologia, nós seres humanos também mudamos. 

Novos padrões comportamentais são criados todos os dias, e com isso a forma como as empresas impactam o potencial cliente também muda.

Contextualizando o marketing, o que antes era feito de forma invasiva através de comerciais de TV, hoje segue uma nova forma de pensar: ao invés de fazer com que sua empresa chegue até o cliente, o marketing gira em torno de trazer o cliente até a empresa.

Pensando nisso é que surgiu o conceito do Marketing de Conteúdo, que é o que vou comentar agora mesmo.

O que é Marketing de Conteúdo?

O Marketing de Conteúdo é uma vertente do Marketing Digital que foca principalmente na geração de valor para potenciais clientes através de conteúdos relevantes, ou seja, conteúdos que satisfaçam alguma necessidade do cliente ideal, ou ajudem de alguma forma solucionar um problema, sem propriamente vender um produto ou serviço.

Como dito acima, o foco do marketing de conteúdo NÃO é vender logo de cara e sim ensinar e educar o potencial cliente sem falar da sua empresa conduzindo ele pelo caminho da venda, até que chegue um determinado momento em que ele perceba sozinho que possui uma noção de necessidade que o seu produto possa satisfazer.

Como ele funciona na prática?

Antes de começar a criar o conteúdo, é preciso identificar para quem ele será direcionado, ou seja, é preciso identificar o seu público alvo e/ou persona. 

Não faz sentido produzir um conteúdo para pessoas que não têm potencial em se tornar clientes da sua empresa. Se você busca resultados com marketing de conteúdo, é preciso pensar dessa forma.

A ideia é criar conteúdos que não falem diretamente do que sua empresa oferece, mas um conteúdo que de certa forma possa fazer com que os visualizadores despertem em si mesmo o interesse por algum produto que você vende. 

Exemplo:

Uma empresa que vende tênis poderia produzir um conteúdo sobre “O que é preciso para correr uma maratona”. 

Dessa forma ela não fala diretamente do seu produto mas desperta a noção de necessidade de comprar um tênis para correr uma maratona.

É claro que o marketing de conteúdo possui muitos outros fundamentos, mas de uma maneira geral e simples de se explicar, a base do Marketing de Conteúdo é essa.

O que é e como identificar a persona?

Persona é o desenho do seu cliente ideal. É a criação de um personagem que demonstra quase que exatamente quem é o seu melhor cliente. Diferentemente do Público Alvo que é um dado mais geral (ex.: mulheres de 20 a 50 anos), a persona é algo bem específico, demonstrando detalhes sobre a pessoa fictícia criada. 

Exemplo: Ana, 23 anos, recém formada em administração, gosta de viagens ao exterior, ama o frio.

Mas como se cria a persona?

Como eu disse acima, a persona é a representação quase real do seu cliente ideal, portanto a maneira mais fácil de se criar uma persona, é identificar entre os seus próprios clientes quem seriam os ideais. 

Para isso, selecione entre todos eles, dois que você considere os melhores para a sua empresa, aqueles que te dão lucro de verdade e que condizem com os objetivos da sua empresa. A partir disso, identifique as principais características comuns entre eles e desenhe a sua persona.

Lembre-se: produzir conteúdos para sua persona traz resultados muito mais expressivos do que trabalhando somente com o público alvo.

Onde postar o conteúdo?

É preciso estar onde seus clientes estão, por isso para cada empresa existirá um meio que funcionará melhor, mas de maneira geral, esses são os canais mais utilizados e que funcionam muito bem:

Blog

Basicamente todo mundo faz pesquisas nos buscadores, por isso ter um Blog atrelado ao seu site (ou separado) pode ser a peça que faltava para a sua empresa ganhar visibilidade na internet.

Redes Sociais

A produção de conteúdo para redes sociais tem mostrado grandes resultados, principalmente quando se trata do Instagram e Facebook, afinal o número de usuários dessas redes é enorme.

YouTube

Podendo ser acessado de basicamente qualquer dispositivo com acesso à internet, o YouTube tem um grande potencial para conteúdos de vídeo. Se você pretende seguir por esse caminho, ele é uma grande aposta.

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5 Dicas básicas para aumentar as vendas do seu e-commerce.

Um carrinho de compras e uns pacotes em um fundo amarelo.
5 Dicas básicas para aumentar as vendas do seu e-commerce.

As vendas na internet cresceram muito, e por isso é fundamental se reinventar e buscar sempre novos meios para se destacar nesse mundo. Pensando nisso, separamos aqui 5 dicas básicas que com certeza te ajudarão a aumentar as vendas do seu e-commerce.

1- Foque no cliente e não na venda.

Muitas vezes ficamos cegos na busca por “vender mais” e nos esquecemos da peça fundamental de uma venda: O CLIENTE. 

É ele quem compra o seu produto e que coloca dinheiro na sua empresa. Por isso é fundamental se colocar na posição de cliente e analisar como poderia melhorar a experiência de compra.

“Será que o cliente, ao chegar ao meu site, tem todas as informações necessárias sobre os produtos oferecidos?” 

“Será que as funcionalidades do meu site proporcionam uma experiência fácil ou dificulta a compra de um produto?”

“Como o meu cliente é impactado ao chegar ao meu site? Será que a aparência é agradável e chama atenção?”

Essas são perguntas fundamentais a se fazer sempre.

2 – Presença multiplataforma (Omnichannel)

Não basta apenas ter um e-commerce. É preciso que sua loja esteja presente onde seu cliente está. Por isso é fundamental possuir mais do que apenas um canal de comunicação, como por exemplo a utilização de redes sociais, blogs, e-mail, aplicativos, entre outras plataformas.

Isso impõe credibilidade, pois todas as informações sobre a sua empresa poderiam estar espalhadas por diversos canais, impactando assim o cliente não só no momento da compra, mas fazendo com que ele conheça a sua empresa muito antes disso.

Com uma experiência Omnichannel(vários canais), você trilha todo o caminho do seu potencial cliente, fazendo com que a relação dele com sua empresa seja incrível. O resultado disso é uma venda.

3 – Redes Sociais

Aproveitando o que foi dito acima sobre a experiência Omnichannel, abro aqui um foco especial para as redes sociais: elas são absolutamente essenciais para qualquer empresa.

Imagine uma plataforma onde você possa falar sobre sua empresa, ensinar sobre os seus produtos ou serviços, fazer ofertas, tudo isso em apenas um só lugar? 

É exatamente por isso que as redes sociais são fundamentais. 

É a partir delas que as pessoas percebem de verdade como funciona a sua empresa, qual a sua a história, como surgiu, o que você faz ou vende, enfim. 

Parece até coisa de relacionamentos humanos  não é mesmo? E é exatamente isso que funciona.

 Através das redes sociais, você humaniza a sua empresa, fazendo com que o cliente se aproxime e crie mais vínculos com a sua marca, tornando o relacionamento Empresa/Cliente muito mais saudável.

Isso impacta diretamente nas suas vendas.

4 – Crie um diferencial / Gere valor

Você saberia definir o que sua empresa tem de diferente das outras? O que ela oferece de valor aos seus clientes? 

Seja um produto diferenciado, uma entrega especial, um atendimento de suporte agradável e satisfatório, um conteúdo bem elaborado nas redes sociais(ou blog), tudo isso gera valor à sua empresa.

Chegar ao nível de ser procurado não apenas pelo produto mas sim pelo valor e credibilidade que você entrega: essa é a meta.

5 – Siga todas as dicas anteriores

Se você olhar para todas essas dicas e colocar em prática, os resultados vão aparecer. 

Como eu disse na introdução, são dicas básicas, mas que no final fazem toda a diferença.

Google Ads: O que é? Como funciona?

Querendo ou não, em algum momento da vida da sua empresa você pode se deparar com a necessidade de investir em publicidade na internet. Existem muitos meios e ferramentas de se fazer isso, seja veiculando anúncios nas redes sociais ou nos buscadores.

Hoje vou falar um pouco sobre a ferramenta chamada Google Ads, que garanto que muitos de vocês já ouviram falar, mas não sabem exatamente o que ele é e como ele funciona.

O que é Google Ads?

O Google Ads é uma ferramenta de publicidade criada pelo Google, visando a possibilidade de empresas e sites poderem otimizar o seu posicionamento nas pesquisas e a veiculação de anúncios em outros ambientes como sites de notícias, YouTube, entre outros.

Como funciona?

Dentro da plataforma, é possível criar campanhas de marketing bem assertivas de acordo com a meta almejada baseando-se por estratégias pré definidas para cada objetivo. As metas do Google Ads são nomeadas como:

Vendas – Gerar vendas on-line, no aplicativo, por telefone ou na loja;

Leads – Incentivar clientes a realizar ações para gerar leads e outras conversões;

Tráfego no Site – fazer com que as pessoas certas acessem o seu site;

Consideração de produto e marca – incentivar as pessoas a explorar seus produtos ou serviços;

Alcance e reconhecimento da marca – alcançar um público-alvo amplo e promover reconhecimento;

Promoção de app – gerar mais instalações e interações no aplicativo.

Criar uma campanha sem meta – Usar qualquer tipo de campanha disponível e criar uma campanha passo a passo sem recomendações de meta.

Após escolhida a meta, é preciso definir o tipo de campanha.

Tipos de campanha

Rede de Pesquisa

Anúncios de texto ou de chamada exibidos perto dos resultados da pesquisa no Google.com.br, em sites de parceiros de pesquisa do Google e em muitos outros lugares

Rede de Display

Anúncios em toda a Web (on-line, em aplicativos e em lojas).

Smart

Anúncios automatizados que são exibidos no Google, no Google Maps e na Web. Gerenciamento de anúncios prático e reduzido

Shopping

Anúncios veiculados no Google Shopping, a vitrine virtual do Google.

Vídeo

Anúncios de vídeo veiculados no YouTube.

Discovery

Anúncios veiculados no YouTube, no Gmail, no Discovery e em outros produtos.

Gostou desse conteúdo, espero ter ajudado.

Mídias Sociais: o trampolim de vendas

Você sabe o que são Mídias Sociais? Com certeza você já ouviu falar de Facebook, Instagram, YouTube, WhatsApp, LinkedIn não é mesmo? Mas você sabe o que eles têm em comum?

Todos esses nomes citados acima são considerados Mídias Sociais, ou simplesmente Redes Sociais (na teoria essas nomenclaturas possuem diferenças, mas na prática são basicamente a mesma coisa).

Mas você sabe como e porque surgiram as Mídias Sociais?

Como, quando e porque surgiram as Mídias Sociais?

No seu início, a internet era utilizada entre Universidades e laboratórios de pesquisa. Sua finalidade principal desde o seu surgimento era a troca de informações entre elas. Com o passar do tempo, aproximadamente na década de 90, viu-se a possibilidade de se comunicar com outras pessoas através da internet e com isso foram surgindo os primeiros sites de relacionamento: o que chamamos hoje de Redes ou Mídias Sociais. É claro que eles eram bem diferentes das plataformas que conhecemos hoje, mas contribuiriam muito para a modernização da comunicação mundial.

O que é considerado Mídia Social?

Como dito a cima, qualquer plataforma ou site que possibilite a comunicação entre duas ou mais pessoas é considerada um meio de Mídia Social.

Quais as maiores Mídias(ou Redes) Sociais do mundo?

A maior rede social do mundo atualmente é o Facebook. Ele conta com aproximadamente 2,2 bilhões de usuários espalhados em todo o globo. Em segundo lugar fica o YouTube, contando com 1,9 bilhão de usuários, ficando à frente do WhatsApp(1,5 bi), Facebook Messenger(1,3 bi), WeChat(1,08 bi) e Instagram(1 bi).

Mídias Sociais: o trampolim de vendas.

Com já alguns anos da sua criação, além de serem um meio de comunicação, por conterem um número alto de usuários as empresas passaram a enxergar as Redes Sociais como ferramentas de amplificação de vendas. Elas proporcionam um meio de alcançar um número altíssimo de pessoas de forma exponencial, além de outras várias possibilidades como a praticidade na interação com seus clientes, pesquisas de mercado, entre outros fatores.

Levando em consideração tudo isso, não é difícil de entender o porque das mídias sociais serem consideradas trampolim de vendas, e é por isso que vale muito a pena definir estratégias voltadas à utilização delas na sua empresa.

Facebook Ads: O que é? Como funciona? Qual a importância para o meu negócio?

O marketing tem evoluído muito ao longo dos anos e hoje se faz necessário mais do que nunca dentro do processo de crescimento de uma empresa.

Em meio à era digital, é essencial que as empresas estejam presentes no mesmo ambiente em que seus clientes. Quando digo isso estou me referindo principalmente às redes sociais. É incontestável o alto potencial de atração e relacionamento que elas possuem, mas sabemos como é difícil se posicionar na internet de forma eficiente, principalmente quando estamos tentando vender um produto ou serviço. Para facilitar esse processo, temos que recorrer à algumas ferramentas de publicidade e por isso hoje vou falar sobre o Facebook Ads: a plataforma de anúncios do Facebook.

O que é Facebook Ads?

Facebook Ads é uma ferramenta de marketing digital e publicidade que o facebook disponibiliza para que as pessoas e empresas que possuem página corporativa possam alcançar maiores resultados em suas postagens.

Como funciona?

Dentro do Gerenciador de Anúncios (a plataforma do Facebook Ads), é definida a estrutura de campanha.

Estrutura de campanha é como chamamos as etapas para a criação de um anuncio no Facebook. Essa estrutura é dividida em 3 partes: Campanha, Conjunto de Anúncios e o Conteúdo do Anúncio(ou só “Anúncio”).

CAMPANHA é o campo onde a gente define o objetivo dos nosso anúncios, podendo ser por exemplo “Alcance”.

CONJUNTO DE ANÚNCIOS é o campo onde definimos a forma de direcionamento dos nossos anúncios: Público, Localização e Orçamento.

ANÚNCIO como o próprio nome já diz, é o campo onde anexamos o conteúdo do anúncio sendo ele uma imagem ou vídeo, e o texto.

Objetivos de campanha.

Os objetivos de campanha se dividem em 3 grupos: Reconhecimento, Consideração e Conversão.

RECONHECIMENTO – Nesse grupo, os anúncios tendem a aparecer para um número maior de pessoas que possam ter interesse em sua página e nos seus posts incentivando o reconhecimento da sua marca.

CONSIDERAÇÃO – Nesse grupo, os anúncios tendem a influenciar o público a interagir com o post(curtir, comentar, compartilhar, visualizar o vídeo) ou com sua página, podendo até direcioná-las à uma página externa.

CONVERSÃO – Nesse grupo, os anúncios tem o propósito de vender um determinado produto, influenciar as pessoas à compra, ou levá-las até o estabelecimento comercial.

Agora que você sabe um pouco melhor como funciona o Facebook Ads, é hora de pensar em porque ele seria importante para a sua empresa.

Qual a importância para meu negócio?

Se você espera grandes retornos para o seu negócio, o fato de ter uma página e realizar postagens gratuitas pode ser insuficiente para alcançar seus objetivos. E é aí que o Facebook Ads ganha importância. Ele é essencial para garantir muito mais visibilidade e interação com o público e com clientes em potencial. Com toda a certeza a utilização dessa ferramenta deve estar dentro da sua estratégia.

Espero ter te ajudado com esse conteúdo.

Por onde começar a vender na internet?

Existem muitas maneiras de vender na internet, desde uma simples oferta via Whatsapp ou até pelas Redes Sociais. Porém, se formos levar em consideração todo o processo de vendas que compreende a oferta, a compra, o pagamento e a entrega, é preciso recorrer aos meios mais adequados que são os E-commerces e Marketplaces.

E porque o E-commerce e o Marketplace são os meios mais adequados ?

São mais adequados simplesmente porque essas plataformas já são desenvolvidas de forma capaz de integrar todo o processo de vendas, como eu disse acima (Oferta, Compra, Pagamento e Entrega). Por exemplo: se você fosse fazer uma oferta de um produto via Whatsapp, quando chegar o momento do pagamento você terá que recorrer à outra plataforma.

Observação: Vale lembrar que em junho desse ano, o Whatsapp havia anunciado uma nova função que liberaria transferências e pagamentos diretamente pelo App, porém essa função foi suspendida pelo Banco Central para que o aplicativo fizesse algumas adequações.

Mas afinal, o que são e-commerces e marketplaces e qual a diferença entre os dois?

O que é E-commerce?

E-commerce nada mais é que um termo em inglês que significa “comércio eletrônico”, ou simplesmente loja virtual.

Uma loja virtual é basicamente um site desenvolvido para operações de compra / venda em que a empresa dona da loja vende seus próprios produtos, diferentemente do marketplace que é o que vamos falar agora.

O que é Marketplace?

Marketplace é como se fosse um Shopping Center virtual.

Para entender melhor imagine o seguinte: dentro de um Shopping físico existem várias lojas oferecendo seus diferentes produtos; dentro de um marketplace acontece a mesma coisa só que de forma virtual. O marketplace é um site de compras em que diferentes marcas e empresas podem vender seus produtos.

Muitos sites famosos que conhecemos hoje são marketplaces como por exemplo o Mercado Livre e a Americanas.

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Google não cobrará para as lojas mostrarem seus produtos no shopping.

Em meio à crise da pandemia de coronavírus, o Google comunicou no dia 21 de abril que as lojas não serão mais obrigadas a pagar ao buscador para exibirem seus produtos no Google Shopping. Até então, todas as campanhas eram pagas. A partir da próxima semana, os resultados de busca “consistirão principalmente de listagens de produtos gratuitas”, informou a empresa. Os resultados de busca do Google Shopping são atualmente compostos de lojas que pagam uma determinada quantia ao Google e o valor muda de acordo com o termo pesquisado e com os lances ofertados por concorrentes. A empresa explica: “O Google é remunerado por esses comerciantes. O pagamento é um dos vários fatores utilizados para classificar os resultados”. Segundo o Google, com os estabelecimentos fechados para conter a pandemia da Covid-19, as vendas online se tornaram uma questão de sobrevivência para os comerciantes. As empresas podem aproveitar essa oportunidade para se reconectarem com seus clientes, mas “muitas não podem se dar ao luxo de fazer isso em escala”, como é o caso dos pequenos lojistas. Para os usuários, o Google diz que a mudança fará com que mais produtos sejam encontrados no Google Shopping. No entanto, as campanhas pagas não deixarão de existir. Isso significa que os lojistas que já anunciavam no Google poderão ter um aumento de destaque em seus produtos nos resultados de busca, de acordo com a companhia. Os anúncios gratuitos no Google Shopping serão lançados primeiro nos Estados Unidos até o final de abril. O objetivo é estender a mudança para o mundo todo antes do final do ano, segundo o Google.

O que podemos aprender com o filme ”Um Senhor Estagiário”?

Se você gosta de assistir a filmes, certamente sabe que, além de entreter e emocionar, eles também são capazes de ensinar. É o caso de “Um Senhor Estagiário”, estrelado por Anne Hathaway e Robert De Niro, que fala muito sobre e-commerce. Com roteiro e direção de Nancy Meyers, a comédia com toques de drama é inspiradora principalmente para as mulheres na liderança. De Niro vive Ben, um executivo aposentado e viúvo de cerca de 70 anos. Ele se sente desmotivado e entediado e, por isso, resolve fazer algo com toda essa energia e disposição. É nesse contexto que, em busca de um propósito de vida, ele descobre um programa de estágio voltado para a terceira idade. Ben, então, começa a estagiar na startup online fundada por Jules, interpretada por Anne Hathaway. Jovem esposa e mãe, ela está totalmente dedicada à sua nova empresa, que está crescendo com bastante rapidez. Esse sucesso todo faz com que os investidores da startup questionem a capacidade de Jules de comandar o negócio — eles acreditam que a falta de experiência dela possa comprometer o potencial e o sucesso da empresa. Com isso, Jules começa a duvidar de si mesma não apenas no âmbito profissional, mas também enquanto esposa e mãe. Diante desses obstáculos, Ben mostra-se um grande aliado para Jules. Ben fascina-se pela determinação e pela capacidade dela e, por isso, tenta motivá-la a não deixar que a startup vá parar nas mãos dos investidores. “Um Senhor Estagiário” aborda, assim, a relevante questão das mulheres na liderança, discutindo também a importância da convivência entre gerações, da empatia e de trabalharmos com pessoas que nos inspirem e nos motivem a ir cada vez mais longe.

Reclamações sobre compras online dobraram de 2019 para 2020.

O Programa de Proteção e Defesa do Consumidor de São Paulo (Procon-SP) registrou um aumento de mais de 100% nos atendimentos relacionados a compras online, se comparado os primeiros trimestres de 2019 e 2020. Em janeiro, fevereiro e março do ano passado foram 17.108 casos, já no mesmo período deste ano, 35.789. As questões mais reclamadas pelos consumidores são demora ou não entrega da mercadoria, seguidos por problemas com cobrança e produtos com defeitos. Os consumidores reclamaram também de problemas com contrato, pedido ou orçamento, serviço não fornecido, cancelamento da compra e entrega diferente do pedido. Com a pandemia do coronavírus, as compras online foram vistas como fundamental para obtenção de itens considerados essenciais. A logística, porém, acabou afetada pela diminuição de pessoas nos centros de distribuição e maior tempo de frete por conta do aumento de demanda. O secretário de defesa do consumidor de São Paulo, Fernando Capez, afirmou que as empresas podem ser multadas caso infrinjam o Código de Defesa do Consumidor. “O Procon, enquanto órgão de defesa do consumidor, irá multar as empresas que estão agindo em desacordo com a lei”, afirma.

Como o e-commerce pode driblar o coronavírus?

Brasil foi atingido em cheio com a crise devido ao coronavírus. Muitos foram obrigados por suas empresas a trabalhar em home office e orientados a não saírem de casa neste período de quarentena evitando o contágio e disseminação da doença. Fora isso, veio por consequência a paralisação do comércio em geral decretado pelos governos estaduais e federais. A boa notícia é que existe uma forma de o varejo driblar essa atual crise, utilizando toda sua força para continuar trabalhar com 100% da sua forma de trabalho. Organize seu estoque em menos pontos de distribuição Faça uma coleta do seu estoque que está parado em suas lojas físicas fechadas e crie centros de distribuições regionais, centralizando a disponibilidade e oferta de estoque. Não deixe seu estoque parado em lojas fechadas. Transforme seus vendedores em afiliados digitais! Seus vendedores estão em casa impedidos de vender, pois a loja em que trabalha foi fechada? Transforme eles em afiliados digitais. Crie um campo no seu carrinho ou checkout para que o consumidor final possa informar o nome ou código do vendedor que os ajudou na compra. Peça a todos os vendedores que comecem uma prospecção ativa na sua base de clientes, segmentando-os por região e utilizando o whatsapp como canal principal de comunicação. Em momentos de reclusão, todos os consumidores estão colados em seus celulares 100% do tempo. Não tem como criar esse campo no seu carrinho ou checkout? Basta na hora do seu vendedor indicar um link para o cliente, adicionar no final uma tag: ?utm_source=cod.do.vendedor Ao final o link seria: http://www.sualojavirtual.com.br/nome-do-produto?utm_source=cod.do.vendedor Dessa forma você conseguirá identificar as vendas pelo Google Analytics ou pelo seu gerenciador de pedidos, se o mesmo tiver o campo de utm em seus filtros. Seu franqueado ou multimarca não tem site? Traga ele para dentro do seu! Uma forma simples e barata de fazer isso seria criar uma categoria chamada “Lojas”, e as subcategorias seriam o nome das lojas, como exemplo: “Maria Modas”. Dessa forma você teria uma url montada assim: http://www.sualojavirtual.com.br/lojas/mariamodas Para criar uma identidade, a grande maioria das plataformas permitem que você adicione um banner superior na categoria. sse banner, seria a logo da sua loja parceira, nome e alguma outra informação que você gostaria de colocar. Abaixo a vitrine pode replicar a árvore de categoria principal do site. Depois com o tempo você vai personalizando a vitrine de acordo com cada loja parceira. Da mesma forma que isso funciona para multimarcas, funciona também para franquias. A logística será seu maior aliado nesse momento Nesse momento a agilidade está a favor do e-commerce. Faça parcerias e contratos com os principais empresas de delivery expresso, como Rappi, Loggi, Uber, Delivery Center e as Courrier de bicicletas, ambas continuam operando 100% para atender o aumento da demanda de entregas mais próximas e as transportadoras para entregas intermunicipais e estaduais. Lembrando que o fato de centralizar a origem do produto facilita a vida das transportadoras. Use descontos para gerar a oportunidade de venda Sabemos que no momento de crise, qualquer percentual de desconto na venda, implica em perda de margem, mas estamos passando por um momento que o principal é deixar a roda girar. Com isso, teremos sim que sacrificar parte da nossa margem em prol da venda. Faça promoções agressivas com prazo curto simulando flash sale. Não tem margem para promoção? Aumente o parcelamento e depois negocie com as adquirentes menores taxas de antecipação. Lembre-se que o consumidor também está no mesmo barco da crise, sem poder trabalhar e gerar renda. Usem e abusem do WhatsApp como canal principal de atendimento Os consumidores nesse momento estão vivendo pelo WhatsApp, seja para se comunicar com suas famílias, seus colegas de trabalho, ou seus amigos de infância. Os grupos de WhatsApp se tornaram maiores e mais ativos. Com isso a preferência do consumidor por manter a comunicação centralizada nesse canal cresce a cada dia. Crie um número único para atender seus clientes, seja na dúvida de produtos, no pós venda ou até mesmo para fazer uma venda direta pela whatsApp. De preferência, migre para o WhatsApp Business, que te dará diversas ferramentas para você classificar seus clientes e organizar melhor seu atendimento por um único número.